Até que ponto vão as reivindicações do DCE?
Importância da UPE, da UNE, e demais estudantes unidos!
É por entender a importância do Movimento Estudantil, e o reflexo que já causou e deveria continuar causando em toda a sociedade, que fazemos dos nossos sonhos e objetivos, os mesmos de muitos estudantes, sejam eles da PUCPR, da UniBrasil, da UFPR, ou de qualquer outro lugar do país.
Por entender que sozinhos não somos muito, nem conseguimos fazer grandes transformações é que nos unimos. Apenas muito estudante junto é que pode barrar o aumento da mensalidade, fazer a democracia existir verdadeiramente, ou então galgar espaços para um mundo melhor.
Hoje, integramos um grupo que quer muito mais que apenas o DCE da PUC democrático e representativo, aberto aos estudantes, etc. Nós queremos todos os DCEs, do Brasil inteiro, sejam assim. Nós queremos que o estudante tenha condições de permanecer na Universidade sem ter que se preocupar em morar, vestir, comer, entre as tantas dificuldades, para que assim ele possa pensar e sentir vontade de se movimentar por causas maiores.
Por todos esses motivos, acreditamos que o Movimento Estudantil deve estar integrado e não deve se limitar apenas a uma Universidade. Então os estudantes devem estar juntos, e se apoiados pela União Paranaense dos Estudantes – UPE, e pela União Nacional dos Estudantes – UNE, o movimento vai ganhando forças, visto que essas são entidades maiores que nos representam.
Nós sabemos que para fazer verão, uma andorinha só não basta! Com essa certeza, convidamos você para juntar-se a nós nesse movimento que vem crescendo e pensa para dentro e para fora da PUC, pois alem das dificuldades dentro da PUC com questões institucionais, sabemos que essas existem para alem dos muros da Universidade. E são nesses espaços, também, que o Movimento Estudantil deve estar presente. E o Movimento Estudantil somos nós que fazemos!!
Nicoly KulcheskiMovimento Até Quando?! PUCPR
Movimento Mudança
Núcleo de Inquietações na PUCPR
- Até Quando vai ficar sem saber? atequandopucpr.worpress.com
Impugnação gera polêmica nas eleições do DCE da PUC/PR
Os mais de 20 mil alunos da Pontifícia Universidade Católica do Paraná vão às urnas nesta quinta-feira (17) para escolher a nova direção do Diretório Central dos Estudantes (DCE). Mas, nos bastidores, uma disputa entre a atual gestão e uma chapa de oposição polemiza e coloca em cheque à lisura do processo eleitoral.
A principal polêmica é que a chapa de oposição “Até Quando?” foi impugnada poucas horas antes das eleições, mas ainda consta como opção de voto para os estudantes. “Eles impugnaram nossa chapa alegando campanha em lugar indevido: um adesivo colado na escada. Não divulgaram a impugnação para os alunos que iram votar, ou seja, ainda constam a opção 2 da nossa chapa nas cédulas”, reclama a ex-candidata a presidente da chapa de oposição, Nicoly Kulchesk.
Segundo Nicoly os problemas no processo eleitoral para o DCE tiveram origem desde o começo da formação da Comissão Eleitoral. “A chapa da situação alterou o estatuto do DCE e o regimento às vésperas da eleição em uma assembléia sem divulgação e mobilização, com apenas 27 estudantes na lista de presença. E ainda formaram duas chapas laranjas para dominarem a comissão e decidir por todos os alunos da PUC”, afirmou.
Com a impugnação da chapa de oposição, mas como ela aparece na cédula, os alunos da PUC/PR têm ainda quatro opções de voto: na única chapa na disputa da atual gestão “Identidade”; votar na chapa Ação, que considerada laranja no processo; votar em branco ou para anular o processo votar na chapa Até Quando?, deslegitimizando esta eleição fradulenta, sendo que se maioria absoluta de votos, isto é, 50% mais um foram nulos a eleição é cancelada.
A chapa Identidade, por outro lado, justifica que a impugnação da chapa de oposição se deu por decisão da comissão e que essa decisão será levada aos alunos em edital depois das eleições. A chapa Voadora, que não participam das eleições e consideradas laranjas no processo, votaram pela impugnação da chapa Até Quando?.
Na última quarta-feira (16), os integrantes da chapa de oposição realizaram uma reunião para debater a falta de lisura no processo. Compareceram cerca de 200 alunos de cursos variados. “O encontro foi importante para esclarecermos alguns pontos aos alunos, os motivos da impugnação e, principalmente para eles perceberem que o regimento não foi cumprido para todas chapas como deveriam, apenas para oposição”, comentou Mariana Dutra, da direção da União Paranaense dos Estudantes.
No início desta quinta-feira apenas alguns estudantes puderem votar, pois poucas urnas haviam sido autorizadas pela comissão. E os alunos ainda se confundiam em quem votar, pois a chapa impugnada ainda constava como opção.
Qual a educação que queremos?
Um dos grandes ícones da educação brasileira, Paulo Freire, disse que a educação sozinha não muda a sociedade, mas sem ela a sociedade não muda. Que educação seria essa, capaz de ser elemento fundamental para uma mudança social? É comum ouvir que a educação pública é de baixa qualidade, sendo a educação privada fornecida como modelo de excelência e de boa qualidade. Será que isso é verdade? Passeando por estas questões, vamos tentar situar problemas e possíveis soluções para a questão do ensino no Brasil.
Em primeiro momento, é necessária uma abordagem sobre o ensino fundamental e médio do país para, daí chegarmos até a situação das universidades e, termos um panorama geral nesse assunto.
As duas últimas gestões do governo federal foram as que mais investiram no setor, em todos os sentidos, mas é fato que a educação do Brasil ainda tem muito que melhorar. Temos um atraso histórico muito grande nessa área, em comparação com os países ditos “desenvolvidos”. Outro fator seria a nossa forma de colonização, que teve como maior intuito a exploração e não o povoamento – como aconteceu nos EUA. E também que nunca foi dada muita importância para o desenvolvimento de uma educação de qualidade.
A educação, aplicada nas instituições públicas e privadas, é voltada basicamente para o mercado – visando primeiro o vestibular, e chegando a universidade , direciona-se para o mercado de trabalho. Pegando carona com o capitalismo – que precisa de “engrenagens” ambulantes e não de indivíduos pensantes –, não é interessante que sejam trabalhadas nas escolas matérias para formar verdadeiros cidadãos (lê-se sociologia, filosofia e incentivo acultura, que voltaram a cena há pouco tempo mas, mesmo assim não é dada muita importância para estas) e, pessoas que consigam fazer uma leitura de mundo e enxergar a real situação em que estão inseridos.Nesse sentido, o ensino está cada vez mais mecânico, aparecem cada vez mais “macetes”, mais “decoreba” e menos aprendizado – já que esses fatores facilitam a resolução das questões, mas não promovem a real assimilação do conteúdo. Esse é um sinal de educação de qualidade? É essa a educação que queremos?
Alguns Movimentos Sociais apontam que o maior critério para se passar no vestibular é o “meritocrático”. O que é isso? É muito mais fácil a pessoa conseguir passar no vestibular quando ela tem acesso a, os já referidos, “macetes”; acesso as escolas privadas ou cursinhos – grandes propagadores dessas “fórmulas mágicas”; quando a pessoa não precisa trabalhar para poder se dedicar inteiramente aos estudos; quando a pessoa tem acesso aos melhores livros; a internet; acesso a lazer e cultura; a saúde e a saneamento básico; a tratamento odontológico; etc. Enfim, de fato, é muito mais fácil fazer pontuações destacáveis, e passar no vestibular quando se tem acesso a todos esses fatores. Daí, esses privilegiados tem seu mérito – o mérito de saber como os assuntos vão ser cobrados e como resolver as questões naquele estilo próprio . O problema é que, quem tem condições de ter esse mérito é uma parcela ínfima da população. E, se a questão financeira já separa parcelas da sociedade, quando combinada com o fator educacional há uma segregação ainda maior. Um exemplo disso é quando se ouve declarações no sentido de que “com o sistema de cotas, o governo atrapalha a vida e os estudos de quem realmente quer alguma coisa”, “atrapalha a vida de quem estudou de verdade, e está por dentro dos assuntos”, “de quem realmente quer estudar”. E quem não tem acesso aos privilégios que uma boa condição financeira traz, e conseqüentemente a esse “mérito”, como é que fica? Será que temos igualdade de condições na hora de fazer o vestibular entre todos os candidatos? É justo enfrentar os obstáculos que essa seleção proporciona, não avaliando se realmente o assunto foi assimilado, e ainda com tal desigualdade de condições entre os candidatos? E as pessoas que não têm acesso as benesses do sistema capitalista, e tiveram uma pontuação próxima de quem teve mais oportunidades, não possui realmente o merecimento de entrar numa universidade pública? Quem será quem tem mais mérito (quem está mais apto): uma pessoa que estudou a vida inteira em escola pública, trabalha desde cedo, o dia inteiro e não tem tempo para estudar em casa, tirando a pontuação 6,0 no vestibular; ou um indivíduo que sempre pode estudar em escola particular, nunca precisou trabalhar, pôde fazer os melhores cursos, tem acesso fácil a internet, tem tempo para lazer, etc., e consegue tirar 7,0 no vestibular. Quem desses dois merece mais entrar na universidade? Quem tem mais méritos? Para se melhorar profundamente a educação no ensino médio e fundamental no país se precisaria de um investimento de bilhões e, mesmo assim, o resultado não se colheria num curto prazo. Isso envolve capacitação e compromisso de professores; melhoras substanciais de salários e condição de trabalho para os mesmos; distribuição de renda no país, para que os estudantes tivessem acesso e condições de se dedicar, e usufruir bastante do estudo, e não ter que trabalhar; dentre outras coisas. Até que tudo isso fosse implantado e efetivado, demoraria cerca de trinta anos para colhermos os frutos. Será que os que não tem “mérito financeiro” teriam que esperar pacientemente por esse tempo todo, até que o quadro geral da educação do país mudasse, para adentrar numa universidade?
Mesmo nas instituições, de ensino médio e fundamental, que são ditas como “melhores” – as privadas –, a educação segue numa mesma direção, já dita anteriormente – para atender principalmente o mercado de trabalho. E, mesmo assim, essa linha não quer dizer que os estudantes irão sair bem preparado para o mesmo. É interessante para o sistema capitalista que se tenham muitos “profissionais de baixa qualidade”, para ter um determinado número de pessoas buscando maiores capacitações, tendo também um bom número de desempregados. Isso gera mão de obra barata. O número de pessoas desempregadas, e querendo ocupar uma vaga no mercado de trabalho é grande, isso faz com que os salários caiam, os direitos trabalhistas diminuam, e os lucros dos patrões aumentem. Nessa lógica, o diferencial que os clientes de instituições privadas de ensino médio e fundamental irão ter é que o acesso que aos “atalhos” para passar no vestibular é bem maior do que na escola pública; e a acentuação de uma ideologia individualista(dizendo que você tem que se destacar, ser melhor que os outros e, se você não conseguir “ser alguém na vida”, é por incompetência sua), que também existe, mas em escalas menores, nas instituições públicas.
Isso mostra que a educação privada é realmente de melhor qualidade? É essa educação que é capaz de mudar para melhor uma sociedade?
Onde entra a universidade nessa história? Para ser considerada universidade, a instituição de ensino superior deve ser pautada no tripé ensino, pesquisa e extensão. O ideal seria que a pesquisa fosse voltada para a comunidade que circunda – não necessariamente tão próximo fisicamente – a universidade, para as demandas da sociedade local; que a extensão fosse a ponte entre a universidade e a sociedade, ajudando nas resoluções dessas demandas, aumentando o diálogo com essa última; e que o ensino – de caráter crítico e emancipador – relacionasse os conteúdos com a realidade local (trazendo elementos da pesquisa e da extensão), proporcionando assim uma melhor assimilação do que é trabalhado em sala e, fazendo um verdadeiro diálogo entre teoria e prática. Mas, a realidade é outra.
Na grande maioria dos casos a pesquisa serve, pura e simplesmente, para o enriquecimento de currículo. O que é pesquisado, boa parte com o dinheiro público financiando, se transformam artigos e resumos utilizados em apresentações nos congressos, e geralmente sem um retorno social – já que foi o dinheiro público que financiou boa parte dessas coisas – daí, parte-se para outra pesquisa assim que termina a que estava sendo efetuada. A extensão caminha em direção parecida, muitas vezes aparecendo como assistencialista. E o ensino, é quase como no nível médio – fica a idéia subliminar para muita gente que a universidade é basicamente a sala de aula, a diferença é que aparecem novos assuntos. O espaço universitário, é um espaço de criação de conhecimento. Mas, essa produção de conhecimento fica, geralmente, restrita a interesses privados – de empresas – ou individuais – favorecendo uma melhora apenas do currículo dos pesquisadores.
Se todo o potencial desse “espaço de produção de conhecimento” fosse direcionado para dar um retorno substancial a sociedade, até porque geralmente funciona com dinheiro público, provavelmente teríamos um quadro social diferente. Só que isso não é culpa, pura e simplesmente, das instituições de nível superior. Além dos atores que estão atuando internamente, elas dependem de regras, leis, que são criadas em outros espaços.
Talvez devêssemos mudar de discurso quando falamos que “a educação de qualidade não é prioridade”. Ela é prioridade sim! Entretanto, para alguns setores – principalmente ligados as grandes corporações e que tem um grande lobby no congresso, que enxergam a educação como mercadoria e não querem pessoas que reflitam sobre suas realidades, que briguem por seus direitos – a prioridade é que essa educação não seja implantada.
Vários avanços, como a democratização do acesso ao ensino superior – nesse sentido, promovendo inclusão social – são relevantes. Porém, para se mudar esse quadro de uma forma mais rápida, só mudando quem dita que ele seja assim. Reconhecer os chamados “tubarões do ensino” e expurgá-los da política já é um bom começo. Não só eles, mas os que enxergam tudo como relações comerciais, acreditando que o mercado, e sua lógica excludente e individualista, pode regular a sociedade. Todos estes são responsáveis por essa educação mercadológica, e que falsamente é considerada como sendo de qualidade.
Para finalizar, retomando Paulo Freire que disse não bastar a liderança ter um discurso revolucionário e libertador se a massa não se liberta, dizendo também que “ninguém educa ninguém”, o processo de aprendizagem é coletivo e contínuo. Seguindo essa linha, quem acredita numa educação que pode ajudar a mudar a sociedade para melhor, deve lutar para que ela seja realmente de qualidade. Deve incitar o debate para desconstruir essas ideologias vigentes, ajudando as pessoas a se desprendam de suas amarras, ocuparem os espaços, fazerem a diferença nas urnas. É necessário que muitas pessoas trabalhem, e acreditem, num mundo melhor, numa sociedade mais justa, e em instituições de ensino plurais, democráticas, de qualidade e que visem a emancipação dos indivíduos, inclusão e mudança social.
Leno Miranda
Blog do Movimento Mudança de Guarulhos – SP
Galerinha… segue o blog da MUDANÇA em Guarulhos, espero que todos gostem…
http://blig.ig.com.br/mudancaguarulhos/
Abraços: Thiago Fernandes
Seminário sobre Movimento Estudantil agita FECILCAM
A atividade foi promovida pelo coletivo JLC (Juventude, Luta e Consciência) e contou com a presença de Camilo Vanni da União Paranaense dos Estudantes (UPE) e de Joanna Paroli da União Nacional dos Estudantes (UNE). Além de fazer um resgate sobre o Movimento Estudantil, a atividade tinha como objetivo reorganizar o movimento dentro da FECILCAM, reativando/formando Centros Acadêmicos, bem como discutir a reativação do DCE – Diretório Central dos Estudantes (extinto a 5 anos).

Durante o seminário, os estudantes marcaram uma reunião para o dia 27/05, tendo como pauta a reconstrução do DCE da FECILCAM.
2º Pré-ENECOM de Pernambuco
O que?
2º Pré-ENECOM de Pernambuco
Quando?
14h do sábado, 29/05/2010
Onde?
Térreo/gramado do bloco G da Unicap
Recife – PE
Diretório Acadêmico de Jornalismo / Unicap
Marcado o I Congresso Estadual do Movimento Mudança – Pará
Em uma grande reunião com o Coletivo Mudancista do Pará, decidimos que
o I Congresso Estadual do MOVIMENTO MUDANÇA será realizado nos dias
05 e 06 de Junho com o Tema: “QUEM SABE FAZ A HORA NÃO ESPERA
ACONTECER!” Lema: “ DEVEMOS SER A MUDANÇA QUE QUEREMOS VER NO MUNDO!”. A idéia é mobilizar muitos estudantes que já se organizam com
a Mudança nos grêmios e núcleos nas escolas. Mobilização e
politização!
***Relato enviado por Maciel Gonçalves, Presidente da UMEST
Abertura do X Congresso de Estudantes da USP
Na próxima semana, todas e todos os estudantes da USP estão convidados para um momento histórico: o 10º Congresso de Estudantes da USP. Após quatro anos, os estudantes terão novamente um espaço para debater sobre o que querem para o movimento estudantil para os próximos dois anos, ao menos. Nas últimas semanas, mais de 40 unidades elegeram seus delegados. Quem não foi eleito pode participar como observador e tem direito a voz.A primeira atividade do 10º Congresso estava marcada para às 18h desta quinta-feira, 27, e levará grandes intelectuais e representantes de importantes movimentos sociais da atualidade para debater a educação atualmente e a conjuntura em que está inserida.
A atividade foi organizada pela comissão organizadora, composta por mais de trinta Centros Acadêmicos da USP.Porém, na última assembléia geral dos estudantes da USP, foi aprovada a realização de uma nova assembléia geral exatamente no mesmo momento da primeira atividade. A atual gestão do DCE lamenta a irresponsabilidade dos autores desta proposta pelo fato dela colocar em conflito dois espaços que são importantes para a organização dos estudantes e por dar margem para que a proposta de não realização do congresso, que foi colocada por pequenos setores de estudantes na última assembléia, seja re-discutida, apesar de já ter sido superada, uma vez que no próprio espaço da última assembléia geral o congresso foi legitimado por uma votação expressiva.Por entender que os espaços de debate são fundamentais e por entender que o congresso é um momento histórico para o movimento estudantil da USP que não deve conflitar com os fóruns do movimento, mas legitimá-los, a mesa de Conjuntura e Educação foi antecipada para às 16h no Anfiteatro Vermelho do Biênio da POLI. Em seguida, no mesmo local, às 18h, será realizada a assembléia geral dos estudantes da USP, à qual apelamos que todos e todas as estudantes compareçam e garantam a legitimidade de um movimento estudantil consequente e democrático.
A PROGRAMAÇÃO DO DIA 27 DE MAIO, PORTANTO, FICARÁ DA SEGUINTE MANEIRA:MESA: CONJUNTURA E EDUCAÇÃOConvidados: Aziz Ab’Saber, Fábio Konder Comparato, Adusp e DCE.
Horário: 16h
Local: No auditório vermelho do Biênio da POLI
ASSEMBLÉIA GERAL DOS ESTUDANTESPauta: Reivindicações Estudantis
Horário: 18 horas.Local: No auditório vermelho do Biênio da POLI
Eleições de Grêmios no Pará!
Acontecerão nessa semana, duas importantes eleições de Grêmios
dirigidos pela Mudança no Pará. Acompanhe as eleições dos Grêmios:
- Grêmio Ernesto Che Guevara
-Martin Luther King
- Zumbi dos Palmes
- Tiradentes
O Presidente da UMEST, Maciel Gonçalves nos informa que todos são
grêmios fundados pela Mudança, com acompanhamento da entidade: “Já
estamos passando em sala, está sendo o maior barato!”.
