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	<title>Movimento Mudança &#187; Notícias</title>
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		<title>Realize a sua conferência livre!</title>
		<link>http://mudanca.org.br/2011/07/25/realize-a-sua-conferencia-livre/</link>
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		<pubDate>Mon, 25 Jul 2011 12:20:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucasmolinari</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Movimento Estudantil]]></category>
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		<description><![CDATA[Este ano é o ano da  II Conferência Nacional de Juventude, todos os jovens do Brasil podem ajudar a construir conferências livres nos espaços em que participam.
Para fazer uma é fácil: organize um debate temático da forma mais democrática e plural possível, junto no mínimo 10 pessoas, tire fotos, preencha um formulário disponível no http://www.juventude.gov.br/ [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este ano é o ano da  II Conferência Nacional de Juventude, todos os jovens do Brasil podem ajudar a construir conferências livres nos espaços em que participam.</p>
<p>Para fazer uma é fácil: organize um debate temático da forma mais democrática e plural possível, junto no mínimo 10 pessoas, tire fotos, preencha um formulário disponível no <a href="http://www.juventude.gov.br/">http://www.juventude.gov.br/</a> e mande para <a href="mailto:conferencia.livre@presidencia.gov.br">conferencia.livre@presidencia.gov.br</a> . Com isso tudo que você debater será discutido no segundo encontro nacional de juventude, em Brasilia no final do ano!</p>
<p>Estas conferências são de extrema importância para o desenvolvimento da nossa juventude, como sociedade civil organizada para contribuir com os rumos de nosso país.</p>
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		<title>Deputado do Paraná faz projeto de lei &#8220;fica limpa&#8221; nos grêmios</title>
		<link>http://mudanca.org.br/2011/07/22/deputado-do-parana-faz-projeto-de-lei-fica-limpa-nos-gremios/</link>
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		<pubDate>Fri, 22 Jul 2011 12:38:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucasmolinari</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Parece piada, a política no Estado do Paraná vai de mal a pior e o Deputado Marcelo Rangel (PPS) cria um projeto de lei para impedir que o aluno que tenha tido alguma advertência, mal comportamento dentro do colégio seja impedido de concorrer as chapas dos grêmios.
Projeto de Lei nº 387/2011
Súmula: Institui o Programa “Ficha [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Parece piada, a política no Estado do Paraná vai de mal a pior e o Deputado Marcelo Rangel (PPS) cria um projeto de lei para impedir que o aluno que tenha tido alguma advertência, mal comportamento dentro do colégio seja impedido de concorrer as chapas dos grêmios.</p>
<p>Projeto de Lei nº 387/2011</p>
<p>Súmula: Institui o Programa “Ficha Limpa nas Escolas” no âmbito do Estado do Paraná.</p>
<p>Art. 1º Institui o Programa “Ficha Limpa nas Escolas” no Âmbito do Estado do Paraná.<br />
Art. 2º O Programa consiste no impedimento, para compor as chapas a concorrerem aos Grêmios Estudantis, de alunos que tenham contra si qualquer tipo de advertência por ato de indisciplina ou desordem da Instituição de Ensino, nos últimos 2 (dois) anos anteriores a data do registro na chapa.</p>
<p>Parágrafo Único – Entende-se como registro do ato de indisciplina ou desordem, para efetividade desta Lei, qualquer advertência, suspensão, repreensão ou documento expedido por um colegiado de professores e/ou de autoridades escolares, visando a reprimenda ao aluno que provocou desordem ou agiu com indisciplina.</p>
<p>Art. 3º Serão atingidas pelo referido programa todas as Instituições de Ensino do Estado do Paraná em que exista a organização do Grêmio Estudantil, conforme a Lei Estadual 11.057 de 17 de janeiro de 1995.</p>
<p>Art. 4º Nas Instituições de Ensino em que não existam Grêmios Estudantis, a direção deverá incentivar a prática de representação estudantil, visto que a Secretaria de Educação apóia e determina este ato.</p>
<p>Art. 5º O impedimento para concorrer a eleição do Grêmio Escolar, de que trata o Artigo 1º deste Lei, estende-se a todos os cargos da chapa a ser estruturada, e não só ao cargo de Presidente do Grêmio.</p>
<p>Art. 6º Como o Programa visa incentivar a boa conduta na liderança entre os jovens, nos casos em que o aluno infrator receber punição sem registro, ou redimir-se da punição registrada através de qualquer ato, negociado com autoridade escolar, este restará isento do impedimento desta Lei.</p>
<p>Art. 7º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.</p>
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		<title>DCE da PUC RS Ocupado!!!</title>
		<link>http://mudanca.org.br/2011/06/10/dce-da-puc-rs-ocupado/</link>
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		<pubDate>Fri, 10 Jun 2011 20:26:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>decko</dc:creator>
				<category><![CDATA[Movimento Estudantil]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[CONUNE]]></category>
		<category><![CDATA[ocupação]]></category>
		<category><![CDATA[pucrs]]></category>
		<category><![CDATA[UNE]]></category>

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		<description><![CDATA[Estudantes de oposição ao DCE da PUC RS, a maior universidade privada do RS, estão agora acampados na universidade exigindo democracia e a revisão do processo de credenciamento de chapas para o Congresso da UNE. O edital exigia 52 nomes entre delegados e suplentes, e dentre a documentação necessária, um determinado comprovante de matricula ao [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><a href="http://mudanca.org.br/files/puc.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-2112" title="Ocupação PUCRS" src="http://mudanca.org.br/files/puc-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a>Estudantes de oposição ao DCE da PUC RS, a maior universidade privada do RS, estão agora acampados na universidade exigindo democracia e a revisão do processo de credenciamento de chapas para o Congresso da UNE. O edital exigia 52 nomes entre delegados e suplentes, e dentre a documentação necessária, um determinado comprovante de matricula ao custo de R$7,00 inviabilizando a homologação de outras chapas.</div>
<div></div>
<div>O Movimento Mudança repudia qualquer tentativa de inviabilizar os processos democráticos de participação politica dos estudantes nos seus fóruns.</div>
<div></div>
<div>Estudantes, uni-vos. A UNE somos nós!</div>
<div id="_mcePaste" style="width: 1px;height: 1px;overflow: hidden">
<div>Boa tarde galera</div>
<div></div>
<div>Não tenho conseguido parar em frente ao computador para poder relatar, mas a importancia do tema me faz vir aqui.</div>
<div>No dia 31 foi aberto o processo de eleições para o Conune na maior  universidade privada do RS a PUC, este mesmo que tem em seu DCE uma  máfia a mais de 20 anos. Máfia esta que tem um sofisticado sistema de  manutenção, inciando (antes da existencia do PROUNI) com a distribução  bolsas, ultilização da maquina na eleição de vereadores até suspeita de  assassinato. Faz um bom tempo que eles nao faziam nenhum movimento  &#8220;pró-eleição&#8221;, ainda assim sempre foram &#8220;reconhecidos pela UJS&#8221; tendo  sempre suas atas passadas na mesa de credenciamento e a o reconhecimento  da &#8220;UNE&#8221; (pois a UEE livre não reconhece o DCE da PUC).</div>
<div>Depois de muita pressão no dia 2/06 liberaram o edital, neste  solicitavam a chapa completa para poder ser inscrita, com 52 pessoas  (delegados e suplentes), exigirem um comprovante de matricula  e  Identidade. Entregamos 71 comprovantes, mas eles alegaram que nossos  compronates estavam errados eles queriam um que custa R$7 (pois a puc  tem 7 tipos de comprovante de matricula, um deles é pago) e não  homologaram nossa chapa. Após isso os estudantes de oposição de  revoltaram e ocuparam o DCE e neste momento estaão todos acampados  dentro da puc exigindo a democracia.</div>
<div>
<p>Boa tarde galera</p>
<p>Não tenho conseguido parar em frente ao computador para poder relatar, mas a importancia do tema me faz vir aqui.</p>
<p>No dia 31 foi aberto o processo de eleições para o Conune na maior universidade privada do RS a PUC, este mesmo que tem em seu DCE uma máfia a mais de 20 anos. Máfia esta que tem um sofisticado sistema de manutenção, inciando (antes da existencia do PROUNI) com a distribução bolsas, ultilização da maquina na eleição de vereadores até suspeita de assassinato. Faz um bom tempo que eles nao faziam nenhum movimento &#8220;pró-eleição&#8221;, ainda assim sempre foram &#8220;reconhecidos pela UJS&#8221; tendo sempre suas atas passadas na mesa de credenciamento e a o reconhecimento da &#8220;UNE&#8221; (pois a UEE livre não reconhece o DCE da PUC).</p>
<p>Depois de muita pressão no dia 2/06 liberaram o edital, neste solicitavam a chapa completa para poder ser inscrita, com 52 pessoas (delegados e suplentes), exigirem um comprovante de matricula  e Identidade. Entregamos 71 comprovantes, mas eles alegaram que nossos compronates estavam errados eles queriam um que custa R$7 (pois a puc tem 7 tipos de comprovante de matricula, um deles é pago) e não homologaram nossa chapa. Após isso os estudantes de oposição de revoltaram e ocuparam o DCE e neste momento estaão todos acampados dentro da puc exigindo a democracia.</p>
</div>
</div>
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		<title>NOTA DE REPÚDIO DO MOVIMENTO MUDANÇA CONTRA O ATO TRUCULENTO DO GOVERNO DO ESTADO NA REINTEGRAÇÃO DE POSSE EM QUE CENTENAS DE FAMÍLIAS FORAM RETIRADAS DE BARRA DO RIACHO</title>
		<link>http://mudanca.org.br/2011/05/30/nota-de-repudio-do-movimento-mudanca-contra-o-ato-truculento-do-governo-do-estado-na-reintegracao-de-posse-em-que-centenas-de-familias-foram-retiradas-de-barra-do-riacho/</link>
		<comments>http://mudanca.org.br/2011/05/30/nota-de-repudio-do-movimento-mudanca-contra-o-ato-truculento-do-governo-do-estado-na-reintegracao-de-posse-em-que-centenas-de-familias-foram-retiradas-de-barra-do-riacho/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 30 May 2011 14:37:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucasmolinari</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[O Movimento Mudança sempre repudiou qualquer ato de violência e atentado aos oprimidos e desamparados. Estamos lado a lado na luta contra toda e qualquer forma de opressão, violência e injustiça social.
Desta forma, repudiamos a ação do Governo do Estado do Espírito Santo em Barra do Riacho. Um governo eleito por mais de 80% da população e pregando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Movimento Mudança sempre repudiou qualquer ato de violência e atentado aos oprimidos e desamparados. Estamos lado a lado na luta contra toda e qualquer forma de opressão, violência e injustiça social.</p>
<p>Desta forma, repudiamos a ação do Governo do Estado do Espírito Santo em Barra do Riacho. Um governo eleito por mais de 80% da população e pregando justiça social e trato com os mais necessitados, não pode sob nenhuma hipótese tratar a situação de desabrigados que lutam por moradia como caso de polícia.</p>
<p>O direito à habitação é garantido por nossa Carta Política no <em>caput </em>de seu inciso 6º como um direito fundamental. É inaceitável como o Governo do Estado e a Prefeitura de Aracruz  tratam o problema dos povos indígenas e de trabalhadores que estão sendo enganados a cada dia pela Aracruz celulose, atual Fibria, que degrada aquela microrregião e incentiva o ódio e a violência.</p>
<p>Apelamos de imediata para o poder público para que seja garantida moradia e dignidade a não só estas famílias como outras tantas que ainda estão acampadas em outras regiões de Aracruz.</p>
<p>Informamos ainda que estamos acompanhando de perto a crise em questão, desde a desocupação do dia 18 de Maio quando estivemos juntamente com o Conselho de Direitos Humanos do Estado e a Comissão de Direitos Humanos da Assembleia, representada pelo Deputado Genivaldo Lievore (PT) e acompanhado da Senadora da república Ana Rita (PT).</p>
<p>Não aceitaremos essa postura de um governo que se diz social, mas que age com violência e truculência com os mais fracos. Queremos o remanejamento destas famílias para lugares decentes em que elas consigam se desenvolver e trabalhar com dignidade na mesma região onde foram desocupadas.</p>
<p><strong>Vitória, 20 de Maio de 2011</strong></p>
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		<title>&#8216;O capitalismo não é a única opção para a humanidade&#8217;</title>
		<link>http://mudanca.org.br/2011/05/30/o-capitalismo-nao-e-a-unica-opcao-para-a-humanidade/</link>
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		<pubDate>Mon, 30 May 2011 14:33:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucasmolinari</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Em um determinado momento da Primeira Guerra Mundial, em uma trincheira, um soldado alemão envia uma mensagem informando que a situação por lá “era catastrófica, mas não era grave”. Em seguida, recebeu a resposta dos aliados austríacos afirmando que a situação deles era “grave, mas não catastrófica”.
Essa anedota é representada pelo filósofo Slavoj Zizek para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em um determinado momento da Primeira Guerra Mundial, em uma trincheira, um soldado alemão envia uma mensagem informando que a situação por lá “era catastrófica, mas não era grave”. Em seguida, recebeu a resposta dos aliados austríacos afirmando que a situação deles era “grave, mas não catastrófica”.</p>
<p>Essa anedota é representada pelo filósofo Slavoj Zizek para explicar a atual falta de equilíbrio nas discussões sobre as crises mundiais e nas possíveis alternativas para solucioná-las. “Uns acham que vivemos uma situação catastrófica, mas que não é grave. Outros que a situação é grave, mas não catastrófica”, expôs o professor nascido na Eslovênia.</p>
<p>Neste fim de semana, Zizek participou da conferência “Revoluções, uma política do sensível”, promovida pelo Instituto de Tecnologia Social, pela Secretaria Nacional de Direitos Humanos da Presidência da República, pelo SESC-SP e pela Boitempo Editorial. Com bom humor e comentários ácidos e perspicazes, ele defendeu a importância de um debate alternativo à imposição do capitalismo como única lógica possível de organização. Também criticou a forma como as mídias e os governos pautam a discussão ambiental.</p>
<p>Durante o encontro, o professor explicou que a importância do trabalho filosófico está na prática de “destruição do pensamento dominante”. Ele alertou que é preciso colocar um fim à predominância da ideologia capitalista, já que a maioria das pessoas age como se não houvesse outra alternativa.</p>
<p><strong>Comunismo como opção</strong></p>
<p>“Os problemas que enfrentamos são comuns a todos nós, por isso o comunismo é uma alternativa. A utopia que temos hoje é acreditar que soluções isoladas é que vão resolver os problemas mundiais”, argumenta Zizek.</p>
<p>Para o filósofo, devemos pensar em uma forma de organização política que “esteja fora da lógica e das regras do mercado”. A República Democrática do Congo, segundo o professor, é um sintoma do capitalismo global. “É um Estado que simplesmente não funciona como Estado. Trata-se de uma série de áreas controladas por generais locais que mantêm contratos com grandes empresas internacionais”.</p>
<p>Ele afirma que, a todo momento, dizem que comunismo é algo impossível. “Cientistas discutem aperfeiçoamentos genéticos que podem nos dar a imortalidade. Outros falam do uso da telepatia para operar aparelhos. Não podemos deixar que nos digam que o queremos é impossível!”, diz.</p>
<p>Zizek cita o exemplo da China onde, segundo ele, foram proibidos livros, filmes, gibis e qualquer outra produção artística e cultural que sugira ou faça referência a realidades alternativas. “No Ocidente, não é preciso que nenhum governo proíba isso, nós encaramos a realidade como se ela só pudesse ser dessa forma”, analisa.</p>
<p><strong>Capitalismo ético-social?</strong></p>
<p>O capitalismo tem um enorme poder de absolver as críticas que recebe e de transformá-las em novas fontes de lucro, explica Zizek. “Hoje há uma espécie de capitalismo ‘ético-social’. Para você ficar com a consciência mais tranqüila, as grandes marcas dizem que 1% do valor do produto vai para crianças que passam fome ou para plantar mudas de árvores”, diz.</p>
<p>Ele esclarece que essa lógica é própria da filosofia norte-americana, que vende a ideia de que, assim, “estamos salvando o mundo”. E nos sentimos bem com isso. <sup> </sup><sub><br />
</sub><br />
Os problemas capitalistas estão sendo vistos como problemas morais, esclarece Zizek. Para ele, o problema disso é que, a partir desta visão, as pessoas comecem a acreditar que punições ou soluções morais são suficientes para resolver os problemas provocados pelo capitalismo.</p>
<p>“Vejam como o presidente (dos EUA, Barack) Obama tratou a questão do vazamento de petróleo no México. Um problema ambiental foi transformado em um problema legal. Discutiu-se o se a empresa teria de recompensar e de quanto seria essa multa. É ridículo tratar um caso desses como uma simples questão legal”, exemplifica.</p>
<p><strong>A crise ambiental</strong></p>
<p>Quando a preocupação com a degradação ambiental ganhou força, a mídia dizia que isso era coisa de comunista que estava arrumando uma desculpa para criticar o capitalismo, conta o filósofo. “Agora há um discurso mais ambíguo, os canais de comunicação dizem, por exemplo, que quando as camadas de gelo derreterem, vai ficar mais barato comprar os produtos chineses”, ironiza Zizek.</p>
<p>Para ele, há um “mecanismo de negação” em torno da questão ambiental. “Fala-se tanto da gravidade da natureza, de que o mundo pode acabar em um, dois anos, que isso amortiza a consciências das pessoas. Elas pensam: ‘Se eu falar muito nisso, talvez nada aconteça!’” ilustra o professor.</p>
<p>De acordo com Zizek, a ideia de sustentabilidade é um mito e não há “equilíbrio ideal com a natureza para o qual podemos retornar”. Uma das ideia mais difundidas é que devemos buscar pequenas soluções para o meio ambiente. “Vocês gostam de torcer no futebol, não? Quando vão ao estádio e ficam gritando e pulando, acham que isso faz o seu time vencer. A reciclagem é igual a essa torcida”, brinca Zizek.</p>
<p><strong>Oriente Médio e África</strong></p>
<p>Zizek aponta que as recentes manifestações no Oriente Médio e na África mostram, ao contrário do que o Ocidente afirmava, que eles são capazes de se organizar por questões que vão além do fundamentalismo ou do anti-ceticismo.</p>
<p>Para os padrões ocidentais, a liberdade em um país é medida, principalmente, na existência ou não de mecanismos eleitorais e no respeito aos direitos humanos. “A liberdade, como já dizia Marx, deve ser vista em como se dão as relações sociais. É preciso ver se as pessoas possuem liberdade dentro dos mecanismos sociais”.</p>
<p>Segundo o filósofo, o momento mais importante destas revoluções é o “dia seguinte”. “Estamos muito animados com estes recentes acontecimentos. Mas a verdadeira revolução precisa acontecer agora”.</p>
<p><strong>Garantia Acme</strong></p>
<p>Slavoj Zizek concluiu a palestra com a previsão de que, ainda que demore mais um tempo, o sistema global vai revelar como é frágil, apesar de aparentar ser invencível. “O capitalismo está na mesma situação do Coiote perseguindo o Papa-léguas. Ela já passou a linha do abismo, só falta ele olhar para baixo e ver que não está mais pisando no chão!”.</p>
<p><em>*colaborou Laís Bellini</em></p>
<p><em>Fonte: Operamundi</em></p>
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		<title>Marcha LGBT em São João Del Rei, faz prefeito prometer políticas de Direitos Humanos</title>
		<link>http://mudanca.org.br/2011/05/22/marcha-lgbt-em-sao-joao-del-rei-faz-prefeito-prometer-politicas-de-direitos-humanos/</link>
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		<pubDate>Sun, 22 May 2011 23:31:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucasmolinari</dc:creator>
				<category><![CDATA[Movimentos Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[
Dia contra a homofobia é marcado por protestos e denúncias de violação de direitos humanos  em São João del-Rei. Prefeito e Câmara de vereadores prometem ações
O Movimento Gay da Região das Vertentes (MGRV) realizou no dia 17 de maio em São João del-Rei, Minas Gerais, a 1ª Marcha Municipal Contra a Homofobia. A data [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" title="Prédio da Câmara é tomado pelo arco-íris:  símbolo do movimento LGBT" src="http://1.bp.blogspot.com/-5zh5_s9BX8w/TdfjGyZTL5I/AAAAAAAAApc/NjMh--oYNwc/s400/_DSC7659.JPG" alt="" width="400" height="268" /></p>
<p><strong><em>Dia contra a homofobia é marcado por protestos e denúncias </em></strong><strong><em>de violação de direitos humanos </em></strong><strong><em> em São João del-Rei. </em></strong><strong><em>Prefeito e Câmara de vereadores prometem ações</em></strong><br />
O Movimento Gay da Região das Vertentes (MGRV) realizou no dia 17 de maio em São João del-Rei, Minas Gerais, a 1ª Marcha Municipal Contra a Homofobia. A data é comemorada como o dia Municipal contra a homofobia. Com o movimento nas ruas, prefeito e câmara de vereadores prometeram atender as reivindicações do movimento LGBT, entre elas, a criação de uma secretaria municipal de direitos humanos.</p>
<p>A 1ª marcha Municipal contra a Homofobia foi convocada pelo MGRV para lembrar a existência da Lei N˚ 4.442 aprovada em 2010 pela Câmara Municipal e sancionada pelo atual Prefeito que institui o dia municipal contra a homofobia. A data é comemorada mundialmente por ser o dia em que a Organização Mundial da Saúde retirou a homossexualidade do código internacional de doenças.</p>
<p>Em São João del-Rei a marcha ficou concentrada na Avenida Tancredo Neves, no centro da cidade e partiu em caminhada até a porta da prefeitura e câmara onde o movimento protestou contra a omissão do poder público diante do aumento da violação de direitos humanos. Durante a manifestação o Prefeito compareceu para receber os manifestantes. “Veja Prefeito a quantidade de violação de direitos humanos em nossa cidade. A violência contra a mulher aumentou 70%. A juventude está abandonada, o aumento da infecção pelo HIV está nos jovens das comunidades de São João del-Rei. Nos últimos três anos pelo menos um gay foi assassinado aqui com requintes de crueldade. Chega de discurso político. Queremos ações concretas” protestava Carlos Bem, coordenador da marcha e do movimento LGBT.</p>
<p>O Prefeito não quis discursar para os manifestantes, mas se comprometeu em atender as reivindicações do movimento. “Ele disse que vai atender nossas reivindicações e que vamos agendar uma reunião direto com ele” relata Carlos Bem sobre a conversa rápida que teve com o Prefeito Nivaldo(PMDB) durante a manifestação.</p>
<p>Ocupação da Câmara</p>
<p>Os ativistas do movimento LGBT também ocuparam o plenário da Câmara Municipal de Vereadores. Uma bandeira de 30metros com as cores do arco-íris foi colocada no prédio histórico da casa legislativa. O movimento reivindica que os vereadores abracem a luta pelos direitos humanos na cidade. “Queremos apoio da câmara, mas um apoio de fato, concreto. Há quatro anos lutamos pela instituição de políticas de direitos humanos na cidade, mas até hoje nada saiu do papel” critica Carlos Bem no uso da Tribuna Livre.</p>
<p>O representante do grupo de pais de homossexuais(GPH) de São João del-Rei também fez uso da tribuna livre. Em discurso Dagoberto Arnaut relatou sua experiência como pai de uma mulher lésbica e pediu respeito e compreensão às pessoas LGBT. O discurso do GPH emocionou os presentes.</p>
<p>O presidente da Câmara, vereador Mauro Duarte(PSDB), propôs uma reunião entre o movimento LGBT e a comissão de direitos humanos da casa legislativa “quando retornarem de Brasília, agendem uma reunião com a comissão de direitos humanos. Vamos tirar as reivindicações do movimento do papel. A própria comissão de direitos humanos dessa casa é uma conquista do movimento gay. Estamos a disposição para ajudar no que for preciso” afirmou o presidente da Câmara.</p>
<p>A marcha contra a homofobia contou com apoio do Sindicato dos Trabalhadores Metalúrgicos da Região, do Grupo de Mulheres da Universidade Federal de São João del-Rei e do Grupo de Pais de Homossexuais.</p>
<p><strong><em><strong><em><em><strong>Por Assessoria de Comunicação MGRV</strong></em></em></strong></em></strong></p>
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		<title>Mobilização contra mudanças no Código Florestal ganha força dia 28 de abril</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Apr 2011 14:06:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucasmolinari</dc:creator>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Coalizão SOS Florestas.22.04.2011
A coalizão SOS Florestas está convocando uma mobilização nacional da  sociedade brasileira para pressionar deputados, senadores e o governo  federal a rejeitarem o substitutivo do deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP)  ao PL 1876/99 que modificará o Código Florestal Brasileiro. A coalizão é  formada por ONGs e entidades contrárias ao substitutivo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Coalizão SOS Florestas.22.04.2011</p>
<p>A coalizão SOS Florestas está convocando uma mobilização nacional da  sociedade brasileira para pressionar deputados, senadores e o governo  federal a rejeitarem o substitutivo do deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP)  ao PL 1876/99 que modificará o Código Florestal Brasileiro. A coalizão é  formada por ONGs e entidades contrárias ao substitutivo do deputado  Rebelo e, a partir desse momento, POR VOCÊ TAMBÉM. A estratégia é  realizar uma jornada de atividades públicas em dezenas de cidades entre  os dias 28 e 30 de abril de 2011 com divulgação nas mídias locais para  exercer pressão direta sobre parlamentares em seus domicílios  eleitorais. Leia abaixo a íntegra da proposta de mobilização.</p>
<p><strong>SOS FLORESTAS: MOBILIZAÇÃO CONTRA MUDANÇAS NO CÓDIGO FLORESTAL</strong></p>
<p>BRASILEIR@S:</p>
<p>Está sendo discutido em Brasília o substitutivo ao PL 1876/99, que  altera o Código Florestal. O Código Florestal é o conjunto de leis que  ordena a ocupação e a preservação de florestas e outras áreas naturais  no país. O relatório de autoria do deputado federal Aldo Rebelo  (PCdoB/SP) enfraquece as leis que protegem a Amazônia, a Mata Atlântica,  o Cerrado e a Caatinga. A proposta também incentiva a ocupação de áreas  de risco como encostas de morros e margens de rios nas cidades  brasileiras, abrindo espaço para mais tragédias em áreas até mesmo  próximas às nossas cidades. Na prática, essa mudança da legislação vai  aumentar o desmatamento, provocando mais emissões de gases que causam as  mudanças climáticas e acarretando problemas no abastecimento de água  das áreas urbanas, além de deslizamentos de terra e enchentes.</p>
<p>Para pressionar deputados, senadores e o governo federal a  descartarem o substitutivo de Aldo Rebelo, a coalizão SOS Florestas vai  lançar um esforço de mobilização nacional da sociedade brasileira a  partir do próximo dia 28 de abril. A coalizão é formada por ONGs e  entidades contrárias a este projeto de lei e, a partir desse momento,  POR VOCÊ TAMBÉM. A estratégia é realizar uma jornada de atividades  públicas em dezenas de cidades entre os dias 28 e 30 de abril de 2011  com divulgação nas mídias locais para exercer pressão direta sobre  parlamentares em seus domicílios eleitorais.</p>
<p>Todas as atividades vão utilizar as mesmas mensagens e imagens para  fortalecer o movimento. O trabalho será feito de forma articulada com a  Frente Parlamentar Ambientalista, que está mapeando os deputados  favoráveis à aprovação do substitutivo ao PL 1876/99 para direcionar a  pressão e engajando parlamentares contrários àquelas mudanças em apoio  às ações de mobilização da sociedade.</p>
<p>Para dar unidade à campanha, a coalizão SOS Florestas está  desenvolvendo uma plataforma digital de engajamento no endereço  www.sosflorestas.com.br. Nesta página, em breve serão encontrados todos  os materiais informativos da campanha, além de links para petições,  vídeos, cartilhas, roteiros de idéias, modelos de cartas, textos para  envio à imprensa, convites etc. Após a jornada de lançamento entre 28 e  30/04, estes materiais deverão ser usados em escolas, faculdades,  centros comunitários e outros espaços coletivos para sustentar a  campanha.</p>
<p>SIM, vamos precisar de ajuda para levar a campanha para dentro desses  espaços, atraindo mais gente para o debate sobre o futuro das florestas  e das cidades brasileiras. O site também vai funcionar como uma vitrine  dessa mobilização, reunindo fotos e vídeos das ações realizadas por  você e pelos outros parceiros em uma MARCHA VIRTUAL para manter a  pressão sobre o governo até que o substitutivo ao PL 1876/99 seja  descartado de vez.</p>
<p><strong>COMO PARTICIPAR</strong></p>
<p>1) Confirme o recebimento deste convite e sua participação na jornada  de mobilização até o dia 25/04, informando data, hora e local do ato  para voluntariado@sosma.org.br e tatiana@wwf.org.br</p>
<p>2) Em breve, encaminharemos roteiro de idéias de atividades que podem  ser desenvolvidas localmente. Obviamente, cada grupo local pode  realizar sua própria atividade, o roteiro é apenas para inspirar e  ajudar. O importante é usar o mesmo logotipo e a mesma mensagem durante a  atividade pública.</p>
<p>3) Na semana que vem, também estará disponível um modelo de comunicado de imprensa para você usar com a mídia do seu estado.</p>
<p>4) Crie seu evento na página da campanha no Facebook. Link disponível a partir da semana que vem.</p>
<p>5) Entre em contato por carta/email ou faça uma visita aos deputados  federais do seu domicílio eleitoral. Os nomes dos parlamentares A FAVOR e  CONTRA o substitutivo ao PL 1876/99 será fornecido pela Frente  Parlamentar Ambientalista e constará de uma tabela disponível no site da  campanha. Nos mantenha atualizados sobre resultados desses contatos.</p>
<p>6) Participe da Marcha Virtual postando fotos e videos das atividades  públicas realizadas na sua cidade. Link disponível em breve.</p>
<p>7) Divulgue o site, a petição online e outros materiais da campanha  para escolas, faculdades, centros comunitários, movimentos sociais,  empresas, governos locais e outros possíveis parceiros da sua cidade.</p>
<p>8) Dê idéias de como a campanha pode fluir melhor&#8230;</p>
<p>Em defesa das florestas e de todos nós,</p>
<p>Fonte: http://www.sosflorestas.com.br</p>
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		<title>Participe do 52º congresso da UNE</title>
		<link>http://mudanca.org.br/2011/04/18/participe-do-52%c2%ba-congresso-da-une/</link>
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		<pubDate>Mon, 18 Apr 2011 17:46:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucasmolinari</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Tire algumas dúvidas de como participar do congresso através de nossa página:
http://mudanca.org.br/conune/como-participar/
Conheça o que o movimento Mudança quer para a UNE
http://mudanca.org.br/conune/nossaluta/
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tire algumas dúvidas de como participar do congresso através de nossa página:</p>
<p><a href="http://mudanca.org.br/conune/como-participar/">http://mudanca.org.br/conune/como-participar/</a></p>
<p>Conheça o que o movimento Mudança quer para a UNE</p>
<p><a href="http://mudanca.org.br/conune/nossaluta/">http://mudanca.org.br/conune/nossaluta/</a></p>
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		<title>Frente Parlamentar pela Liberdade de Expressão será lançada nesta terça</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Apr 2011 13:30:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucasmolinari</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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Será lançada nesta terça-feira (19) a  Frente Parlamentar pela Liberdade de Expressão e o Direito à Comunicação  com Participação Popular. O ato de lançamento contará com a presença de  parlamentares e de representantes de organizações da sociedade civil  relacionadas ao tema.
As organizações envolvidas na criação da frente argumentam que o ano [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="conteudoNoticia">
<p>Será lançada nesta terça-feira (19) a  Frente Parlamentar pela Liberdade de Expressão e o Direito à Comunicação  com Participação Popular. O ato de lançamento contará com a presença de  parlamentares e de representantes de organizações da sociedade civil  relacionadas ao tema.</p>
<p>As organizações envolvidas na criação da frente argumentam que o ano  de 2011 será decisivo para a democratização das comunicações no País.  Neste ano, espera-se que o governo encaminhe ao Congresso uma proposta  de novo marco regulatório das comunicações. Além disso, estão previstos  debates sobre o Plano Nacional de Banda Larga, que pretende massificar o  acesso à internet.</p>
<p>“Precisamos somar forças no Parlamento, onde será necessária muita  mobilização e pressão para aprovar as alterações nas leis da comunicação  a nosso favor”, diz o manifesto divulgado pelas entidades.</p>
<p><strong>Pluralidade</strong><br />
Para os integrantes da frente, os meios de comunicação devem refletir a  pluralidade e a diversidade da sociedade brasileira, o que vai dar  condições para o pleno exercício da democracia. Eles avaliam que a  universalização do acesso à internet também é essencial ao exercício da  liberdade de expressão e ao direito à comunicação.</p>
<p>“Hoje, as condições para o exercício dessa liberdade são muito  desiguais, já que os canais de mídia, elementos-chave para a efetivação  desse direito, estão nas mãos de alguns grupos econômicos cuja prática  impõe sérios limites à efetivação da liberdade de expressão do povo  brasileiro e é fortemente marcada pela prevalência de interesses  privados em detrimento do interesse público”, diz o manifesto.</p>
<p><strong>Objetivos específicos</strong><br />
A atuação da frente vai levar em conta estudos realizados por comissões  da Câmara e do Senado e propostas elaboradas por setores da sociedade  civil, entre elas as da 1ª Conferência Nacional de Comunicação.</p>
<p>Entre os objetivos específicos da frente parlamentar estão:<br />
- lutar contra qualquer tipo de ação direta ou indireta de censura prévia de caráter governamental ou judicial;<br />
- regulamentação dos artigos 220, 221 e 223 da Constituição Federal, que  tratam da proibição de monopólios e oligopólios no rádio e na TV; da  existência de mecanismos de defesa contra programações que violem os  dispositivos constitucionais; da preferência a finalidades educativas,  artísticas, culturais e informativas no rádio e na televisão; da  regionalização da programação e do estímulo à produção independente; e  da complementaridade entre os sistemas público, privado e estatal;<br />
- apoiar o debate sobre a criação de conselhos de comunicação nos estados;<br />
- defender a ampliação do acesso da população à banda larga, garantindo a  universalização do serviço, preços acessíveis e qualidade do serviço  ofertado;<br />
- trabalhar pela liberdade na internet, tendo como parâmetros a proteção  à neutralidade de rede e ao direito à privacidade e à liberdade de  expressão;<br />
- defender a ampliação da participação popular no acompanhamento e regulação do sistema de comunicações;<br />
- defender transparência, regras e procedimentos democráticos em outorga  e renovação de concessões, permissões e autorizações de rádio e TV;<br />
- contribuir para o fortalecimento do sistema público de comunicação, inclusive rádios e TVs comunitárias;<br />
- defender os direitos de grupos vulneráveis, como crianças e  adolescentes, mulheres, negros, indígenas, população LGBTT e pessoas com  deficiência, no tocante às questões de comunicação;<br />
- contribuir para o fortalecimento de pesquisa e adoção de tecnologias  nacionais nas diversas etapas da cadeia produtiva das comunicações;<br />
- estimular medidas que fortaleçam a educação para a prática e a leitura  da comunicação, de maneira formal e informal, entre os estudantes do  ensino fundamental e médio.</p>
<p>A frente foi proposta pela deputada Luiza Erundina (PSB-SP), que  participa de sua coordenação provisória, juntamente com os deputados  Emiliano José (PT-BA), Jean Wyllys (Psol-RJ), Luciana Santos (PCdoB-PE) e  Paulo Pimenta (PT-RS). Durante o ato de lançamento, será escolhida a  coordenação permanente da frente e aprovado seu manifesto e estatuto.</p>
<p>O lançamento da frente parlamentar está previsto para as 14 horas, no auditório Nereu Ramos, na Câmara.</p>
</div>
<div>
<div id="creditosMateria">Da Redação/PT</div>
<div>Fonte: Agência Câmara de Notícias</div>
</div>
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		<title>O Movimento Mudança na luta pela democratização da Educação brasileira</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Apr 2011 11:37:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucasmolinari</dc:creator>
				<category><![CDATA[Manifestos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Tema central para o movimento estudantil, não é necessário falar que Educação é a base da cadeia de discussão política dentro de todo nosso movimento. Desta bandeira há o desdobramento de todas as lutas encampadas pela gloriosa União Nacional dos Estudantes e o movimento estudantil.
Dentro desta perspectiva, durante anos a UNE e toda a sua [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!-- p { margin-bottom: 0.21cm; } --><span style="color: #000000"><span style="font-family: Georgia,Times New Roman,Bitstream Charter,Times,serif"><span style="font-size: medium">Tema central para o movimento estudantil, não é necessário falar que Educação é a base da cadeia de discussão política dentro de todo nosso movimento. Desta bandeira há o desdobramento de todas as lutas encampadas pela gloriosa União Nacional dos Estudantes e o movimento estudantil.</span></span></span></p>
<p><span style="color: #000000"><span style="font-family: Georgia,Times New Roman,Bitstream Charter,Times,serif"><span style="font-size: medium">Dentro desta perspectiva, durante anos a UNE e toda a sua rede de militantes e entidades que a compõem, lutam para estabelecer uma educação que possa responder aos anseios de um mundo e de uma sociedade que consiga dialogar para além da ótica de mercado. Uma educação que possa acomodar perfeitamente os anseios libertários do movimento estudantil, o aprendizado técnico e a emancipação da nossa sociedade através da democratização do saber.</span></span></span></p>
<p><span style="color: #000000"><span style="font-family: Georgia,Times New Roman,Bitstream Charter,Times,serif"><span style="font-size: medium">Entretanto a ditadura empresarial militar e a sua repressão frente aos movimentos sociais, que golpeou toda tentativa de progresso e  libertação social, ajudaram a difundir e estruturar o poder do sistema financeiro nacional, o poder midiático de consumo e a força de soberania da elite dominante  para com os projetos do Estado.  Além disso, o neoliberalismo advindo da abertura política que provocou a dispersão e virtualização da sociedade, o individualismo e a aversão para com toda organização política. Trazem um grande desafio para o movimento estudantil e consequentemente para a União Nacional dos estudantes.</span></span></span></p>
<p><span style="color: #000000"><span style="font-family: Georgia,Times New Roman,Bitstream Charter,Times,serif"><span style="font-size: medium">Principalmente neste novo momento que passamos no Brasil em que a abertura política, o fortalecimentos das instituições, o alargamento da democracia e o crescimento econômico com distribuição de renda que foram conquistados no governo LULA I e LULA II,  que tendem a ser aprofundado no governo Dilma.</span></span></span></p>
<p><span style="color: #000000"><span style="font-family: Georgia,Times New Roman,Bitstream Charter,Times,serif"><span style="font-size: medium">Entre os grandes desafios deste novo paradigma que o Brasil vive e que o movimento estudantil junto a UNE devem enfrentar ainda neste início de década para que possamos influenciar de fato nos rumos de uma nova sociedade comprometida com o desenvolvimento do país, a distribuição de riquezas e o nivelamento das injustiças com a emancipação do ser humano, estão:</span></span></span></p>
<ul><span style="color: #000000"><span style="font-family: Georgia,Times New Roman,Bitstream Charter,Times,serif"><span style="font-size: medium"><strong>-Reverter 	o quadro de dispersão social na sociedade envolvendo cada vez mais 	alunos na luta pela construção da entidade e do movimento 	estudantil. Isso só será possível quando buscarmos cada vez mais, 	irmos de encontro a cada curso e faculdade deste país para fazer 	luta desde a base do movimento estudantil, os CA’s e DCE’s, até 	a União nacional dos estudantes. É preciso pensar também em um 	novo sistema de eleição da diretoria da entidade, da plenária 	final e de espaços nacionais de luta e mobilização. Além de 	serem mais atrativo para o estudante, consigam trazer a luta da 	universidade no dia a dia, para a pauta nacional. Por isso 	defendemos as Diretas, só ela poderá resolver nosso problema de 	aproximação da entidade nacional com o cotidiano dos estudantes.</strong></span></span></span></ul>
<ul><span style="color: #000000"><span style="font-family: Georgia,Times New Roman,Bitstream Charter,Times,serif"><span style="font-size: medium"><strong>-Construir 	uma nova ótica que rompa com a educação tecnicista em que o 	objetivo final é preparar para o mercado, sendo a universidade 	apenas um meio para atingir este objetivo e não um fim para a 	democratização do saber e a emancipação da sociedade;</strong></span></span></span></ul>
<ul>
<li><span style="color: #000000"><span style="font-family: Georgia,Times New Roman,Bitstream Charter,Times,serif"><span style="font-size: medium"><strong>Provocar 	a aprovação de um projeto em que a educação brasileira, em sua 	política de longo prazo, venha ter cada vez mais espaço para 	democracia interna, mais recursos pra valorização do magistério, 	mais espaço para que o estudante se sinta bem dentro da 	universidade, além da retomada da responsabilidade pelo Estado na 	educação para que tenhamos cada vez mais universidades públicas e 	que o ensino privado seja enfim regulamentado.</strong></span></span></span></li>
<li></li>
</ul>
<p><span style="color: #000000"><span style="font-family: Georgia,Times New Roman,Bitstream Charter,Times,serif"><span style="font-size: medium"><strong>A UNE na luta pela aprovação do PNE</strong></span></span></span></p>
<p><span style="color: #000000"><span style="font-family: Georgia,Times New Roman,Bitstream Charter,Times,serif"><span style="font-size: medium">Não é possível conseguirmos isso sem que o PNE seja aprovado com as 59 emendas que a UNE encaminhou ao parlamento, principalmente as que destinam 10% do PIB e 50% do fundo social do pré-sal para a educação. Garantindo a expansão do ensino superior em 40%, sendo 60% deste total em matrículas na rede pública, criação do fundo nacional de assistência estudantil com 2% das verbas do MEC para atender a demanda das universidades públicas.  2% do lucro líquido das IES particulares para atender aos seus alunos, a gestão democrática e principalmente a regulamentação do setor privado que vem dia-a-dia transformando a educação em mercadoria e as universidades em empresas transnacionais.</span></span></span></p>
<p><span style="color: #000000"><span style="font-family: Georgia,Times New Roman,Bitstream Charter,Times,serif"><span style="font-size: medium"><strong>Democratização da Educação já! Por uma educação de todas e de todos nós!</strong></span></span></span></p>
<p><span style="color: #000000"><span style="font-family: Georgia,Times New Roman,Bitstream Charter,Times,serif"><span style="font-size: medium">Por isso tudo o Movimento Mudança traz como um grande desafio ao 52º CONUNE que será realizado na cidade de Goiânia entre os dias 13 e 17 de julho, a democratização da educação.</span></span></span></p>
<p><span style="color: #000000"><span style="font-family: Georgia,Times New Roman,Bitstream Charter,Times,serif"><span style="font-size: medium">Só uma política educacional que garanta mecanismos democráticos de participação, em que cada comunidade acadêmica possa interferir na política de sua instituição através de mecanismos de consulta como o orçamento participativo, a gestão democrática com eleições em todas as instâncias, além da transparência e publicidade dos atos dados, é que podemos de fato avançar na formulação de uma educação verdadeiramente comprometida com a sociedade. Uma educação que consiga dialogar tacitamente com a rebeldia da juventude e um compromisso de País.</span></span></span></p>
<p><span style="color: #000000"><span style="font-family: Georgia,Times New Roman,Bitstream Charter,Times,serif"><span style="font-size: medium">Estamos vivendo um novo ciclo em que o ano de 2011 será definidor para o Brasil que queremos nos próximos 10 ou 20 anos.</span></span></span></p>
<p><span style="color: #000000"><span style="font-family: Georgia,Times New Roman,Bitstream Charter,Times,serif"><span style="font-size: medium">Escolher o caminho errado, sem ouvir os estudantes e sem criar mecanismos de ampla participação e democratização da informação tanto na UNE quanto em cada IES do país, levará o Brasil a perder a oportunidade mais esperada de sua história: <strong>A revolução através da educação que levar</strong><strong>á a humanidade</strong><strong> e não o capital a ser o centro de qualquer ação, tornando-se um país mais humano, justo e solidário.</strong></span></span></span></p>
<p><span style="color: #000000"><span style="font-family: Georgia,Times New Roman,Bitstream Charter,Times,serif"><span style="font-size: medium">Cabe a União Nacional dos Estudantes, neste fórum máximo de sua existência, garantir que todos os estudantes do Brasil, venham pactuar a nossa luta por este novo tipo de educação que queremos ter. Uma educação que além de preparar a sociedade que irá desenvolver o país do futuro, preparará também o ser humano que racionaliza recursos, que pensa o meio ambiente como fator determinante nas suas decisões, que respeita e trabalha lado a lado com as diferenças e minorias, que se vê no outro e que iguale as condições entre os homens.</span></span></span></p>
<p><span style="color: #000000"><span style="font-family: Georgia,Times New Roman,Bitstream Charter,Times,serif"><span style="font-size: medium">Sabemos, entretanto, que não será o 52º CONUNE que irá trazer para nós, estudantes brasileiros, todas as respostas por nossos anseios, mas, sem dúvida deverá ser ele quem dará o norte para o caminho que buscamos.</span></span></span></p>
<p><span style="color: #000000"><span style="font-family: Georgia,Times New Roman,Bitstream Charter,Times,serif"><span style="font-size: medium">Que venha o 52º CONUNE da UNE, pela democratização da educação e da informação e por uma UNE que consiga agregar as massas estudantis nesta luta!</span></span></span></p>
<p><span style="color: #000000"><span style="font-family: Georgia,Times New Roman,Bitstream Charter,Times,serif"><span style="font-size: medium"><strong>Movimento Mudança</strong></span></span></span></p>
<p><span style="color: #000000"><span style="font-family: Georgia,Times New Roman,Bitstream Charter,Times,serif"><span style="font-size: medium">São Paulo, 13 de abril de 2011</span></span></span></p>
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