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	<title>Movimento Mudança &#187; Movimento Mudança</title>
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		<title>Jovens da região de Curitiba discutem comunicação</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Oct 2009 13:51:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[1ª Conferência Regional Livre de Juventude e Comunicaçã]]></category>
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		<description><![CDATA[Mais de trinta jovens de diversos municípios da Região Metropolitana da capital paranaense participaram da I Conferência Regional Livre de Comunicação, realizada no Casarão da UPE (União Paranaense dos Estudantes). O evento, preparatório para a etapa estadual da Conferência de Comunicação (Confecom), problematizou a comunicação como um direito de todos, como o espaço onde se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><a href="http://juventude.ptcuritiba.org.br/files/2009/10/c.jpg"><img class="size-full wp-image-350 alignleft" src="http://juventude.ptcuritiba.org.br/files/2009/10/c.jpg" alt="" width="486" height="181" /></a>Mais de trinta jovens de diversos municípios da Região Metropolitana da capital paranaense participaram da I Conferência Regional Livre de Comunicação, realizada no Casarão da UPE (União Paranaense dos Estudantes). O evento, preparatório para a etapa estadual da Conferência de Comunicação (Confecom), problematizou a comunicação como um direito de todos, como o espaço onde se trava o debate social.</p>
<p><span id="more-629"></span></p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">As atividades iniciaram às 14h, com apresentação dos participantes e intervenção do rapper Magoo. Em seguida, Silvana Prestes, do Sindicato dos Professores do Paraná e da Comissão Paranaense Pró-Conferência de Comunicação, fez um histórico da luta pela democratização da comunicação e despertou a reflexão sobre a criminalização dos movimentos sociais na mídia e a disseminação de padrões e preconceitos, sintomas de um sistema de comunicação hegemônico que não representa a diversidade cultural e ideológica da população. “A mídia deveria ter a nossa cara”, apontou Silvana.</p>
<p style="text-align: justify">Após o debate, Lizely Borges, do Instituto de Defesa dos Direitos Humanos, coordenou a separação em Grupos de Trabalho (GTs), nos quais foram debatidos os três eixos da Confecom &#8211; <em>produção de conteúdo</em>, <em>meios de distribuição</em> e <em>cidadania: direitos e deveres</em> &#8211; e encaminhadas propostas. Bruna Bandeira, estudante de Jornalismo da Faculdade de Pato Branco, defendeu no GT de produção de conteúdo que “a mídia que deveria servir a gente, não a gente que deveria servir a mídia”.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>Liberdade de conhecimento</strong></p>
<p style="text-align: justify">À noite, o tema do debate foi “Liberdade de conhecimento”.Compuseram a mesa Silvana Prestes; Mário Messagi Júnior, professor do Departamento de Comunicação da Universidade Federal do Paraná (Decom – UFPR); Diego Aguilera, do Movimento Mudança; e Adriano “Mu”, da UPE e da União Nacional dos Estudantes (UNE). A mediação ficou por conta de Camilo Vanni, da UPE.</p>
<p style="text-align: justify">“O problema não é eles manifestarem a voz deles, mas eles silenciarem a nossa”, declara Messagi, referindo-se à mídia de massa. Segundo o professor, a Indústria Cultural não tem estética, mas tem lógica – a lógica de mercado. Ou seja, a mídia de massa se apropria dos formatos mais variados, desde que atendam às demandas comerciais: hoje é o sertanejo, ontem foi o funk, amanhã será outro estilo. “A questão não é ir para a mídia para aparecer, mas mostrar que a periferia sabe construir alternativas”, defende o rapper Eduardo Henrique, da Cultura Hip-hop.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>Carta da I Conferência Regional Livre de Juventude e Comunicação</strong></p>
<p style="text-align: justify">Curitiba, 14 de outubro de 2009, das 14h00 às 20h.<br />
Local: sede da União dos Estudantes do Paraná. Rua Carlos Cavalcanti, 1157 – São Francisco. Curitiba &#8211; PR.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>Propostas:</strong></p>
<p style="text-align: justify">1. Implementação de mecanismos mais flexíveis na legislação das telecomunicações para abertura de rádios e TVs comunitárias e descriminalização da comunicação comunitária.</p>
<p style="text-align: justify">2. Disponibilização de espaço nos veículos de comunicação para produção regional conforme determina a Constituição, com veiculação das 07h às 23h, permitindo a ampliação do número de vozes nos meios de comunicação social e retratando a diversidade e riqueza cultural da localidade.</p>
<p style="text-align: justify">3. Criação de editais que viabilizem financeiramente e estimulem a produção na área da comunicação pelos diversos públicos, de maneira a democratizar o acesso a essa atividade e garantir a pluralidade e a troca de conhecimento entre culturas regionais.</p>
<p style="text-align: justify">4. Ampliação e implementação de projetos de educomunicação nos bairros e nas escolas desde o ensino básico, fomentando a educomunicação como prática transdisciplinar no ensino formal e não-formal, de modo a promover a educação para a mídia e a produção das mídias por crianças, adolescentes e jovens, garantindo espaço nos meios de comunicação para sua veiculação.</p>
<p style="text-align: justify">5. Criação de programas educativos para crianças e adolescentes em canal aberto que envolvam o público alvo no seu desenvolvimento.</p>
<p style="text-align: justify">6. Criação de conselhos de comunicação deliberativos com participação popular que incluam diversos povos e tradições, assim como os jovens, em âmbito municipal, estadual e federal. Tal medida permitirá a participação da sociedade em geral para opinar e interferir na grade de programação.</p>
<p style="text-align: justify">7. Criação do horário gratuito popular; da mesma maneira que existe o horário eleitoral gratuito, produzido pela sociedade civil organizada e veiculado nos meios de comunicação.</p>
<p style="text-align: justify">8. Incentivo à criação de grêmios nas escolas e de instrumentos que facilitem a comunicação entre grêmio e estudantes (criação de jornais, rádios, blogs etc)</p>
<p style="text-align: justify">9. Democratização do acesso à Internet através da criação e ampliação dos Telecentros e acesso qualificado à rede em todas as escolas da Rede Pública de Ensino, permitindo que essa tecnologia sirva como um instrumento de formação e informação e não de alienação.</p>
<p style="text-align: justify">10. Criação do SAC (Serviço de Atendimento ao Consumidor) da comunicação. Que as denúncias feitas ao SAC sejam apuradas por um conselho com representantes dos três segmentos (sociedade civil, empresariado da comunicação e governo).</p>
<p style="text-align: justify">11. Veiculação de programas comunitários nos transportes públicos municipais.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>Moções</strong></p>
<p style="text-align: justify">1. Questões de importância para o conjunto da nação não devem ser mostradas a partir de apenas um prisma. Os meios de comunicação não devem criminalizar grupos sociais – como movimentos sociais, juventude, moradores de periferia, mas valorizar em sua programação as diversidades culturais, étnico-raciais, de gênero e orientação sexual, respeitando assim a diversidade. Deve ser melhorada a imagem construída dos jovens na mídia – muitas vezes generalizadora e discriminatória.</p>
<p style="text-align: justify">2. Os meios de comunicação devem denunciar a opressão do homem pelo homem em nome do lucro. Os conteúdos dos meios de comunicação devem servir para a autonomia do ser humano, para o reconhecimento dos seus direitos e não para alienação, passividade e competição.</p>
<p style="text-align: justify"><a href="http://proconferenciaparana.com.br/" target="_blank">Comissão Paranaense Pró-Conferência de Comunicação</a></p>
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		<title>O Petróleo tem que ser nosso! PUCPR</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Sep 2009 21:58:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Etiquetado: Mariana Dutra]]></category>
		<category><![CDATA[Movimento Mudança]]></category>
		<category><![CDATA[O Petróleo têm que ser nosso!]]></category>
		<category><![CDATA[PUCPR]]></category>
		<category><![CDATA[Silvaney Bernardi]]></category>
		<category><![CDATA[Sindipetro PR/SC]]></category>
		<category><![CDATA[UPE]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Mariana Dutra
O debate que esta sendo pautado na mídia, foi pautado e desmistificado com os estudantes da PUC-CuritibaNo dia 16 de setembro no auditório da biblioteca central da PUCPR, estudantes e também professores souberam mais sobre os desafios do país após a descoberta da nova camada pré-sal, devido sua importância enquanto maior descoberta de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><em>Por Mariana Dutra</em></p>
<p style="text-align: justify"><span><em>O debate que esta sendo pautado na mídia, foi pautado e desmistificado com os estudantes da PUC-Curitiba<a href="http://petroleonosso.files.wordpress.com/2009/09/petroleo1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-136" src="http://petroleonosso.files.wordpress.com/2009/09/petroleo1.jpg?w=500&amp;h=375" alt="petroleo" width="500" height="375" /></a></em>No dia 16 de setembro no auditório da biblioteca central da PUCPR, estudantes e também professores souberam mais sobre os desafios do país após a descoberta da nova camada pré-sal, devido sua importância enquanto maior descoberta de petróleo dos últimos 30 anos.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span>Para orientar o debate, Silvaney Bernardi, do Sindipetro PR/SC – Sindicato dos Petroleiros, nos apresentou a história do petróleo no Brasil, sua evolução institucional, e os n</span><span>ovos rumos.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span>Analisamos a evolução institucional da estatal :</span></p>
<p style="text-align: justify"><span>&gt; Lei 2004/53 – Início dos anos 50 após mobilização popular, o país adota uma legislação moderna, imputando ao Estado o monopólio da exploração, desenvolvimento, produção e refino de petróleo em todo o território Nacional, por meio de uma empresa Estatal – Petróleo do Brasil – Petrobrás.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span>&gt;Fim do monopólio da Petrobrás – 1995 é aprovada a Emenda Constitucional nº 9 que acaba com a exclusividade da Petrobrás.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span>&gt;Lei 9.478/97 adota o Sistema de Concessões por meio de leilões para exploração, desenvolvimento e produção de petróleo e gás natural no Brasil, entregando nossas reservas para as empresas vencedoras dos leilões.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span>Mas agora, diante da descoberta que aumenta de 6% a 14% as reservas mundiais do petróleo, que levará o Brasil a ser o 2º ou 5º país em reservas, qual será o modelo de exploração, desenvolvimento e produção de petróleo e gás natural no Brasil?</span></p>
<p style="text-align: justify"><span>Quem vai controlar as gigantescas reservas de petróleo do país?</span></p>
<p style="text-align: justify"><span>Como o Estado brasileiro vai utilizar os trilhões de dólares originários da exploração das gigantescas reservas de petróleo e gás natural dos campos do pré-sal?<a href="http://petroleonosso.files.wordpress.com/2009/09/petroleo-2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-130" src="http://petroleonosso.files.wordpress.com/2009/09/petroleo-2.jpg?w=500&amp;h=375" alt="petroleo 2" width="500" height="375" /></a></span><span>A resposta para estas perguntas, encaminham a qualidade de educação, saúde, moradia, entre outras necessidades sociais do nosso povo.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span>Através do hoje, Projeto de Lei 5891/2009</span><span>, formulado pela Federação Única dos Petroleiros, são propostas para que se tornem leis acerca da camada pré-sal :</span></p>
<p style="text-align: justify"><span><strong><span>Fundo Social Soberano</span></strong></span></p>
<ul style="text-align: justify" type="disc">
<li><span><strong>Rendimentos do petróleo em favor da população</strong></span></li>
<li><span><strong>Importância da destinação dos rendimentos ser fixada em Lei</strong></span></li>
<li><span><strong>Controle Social</strong></span></li>
</ul>
<p style="text-align: justify"><span><strong><span>Monopólio Estatal do Petróleo</span></strong></span></p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify"><span><strong>&gt; A quebra do monopólio foi contra-factual</strong></span></p>
<p style="text-align: justify"><span>&gt;<strong>Cancelar os leilões do pré-sal</strong></span></p>
<p style="text-align: justify"><span><strong><span>A Petrobrás Pública</span></strong></span></p>
<p style="text-align: justify"><span><strong>&gt; Afirmação da presença do Estado</strong></span></p>
<p style="text-align: justify"><span><strong>&gt; Petrobrás sob controle da administração pública</strong></span></p>
<p style="text-align: justify"><span><strong>&gt; A ANP e a fiscalização.</strong></span></p>
<p style="text-align: justify"><span>Projeto de Lei 5891/2009</span></p>
<p style="text-align: justify"><span>Hoje este projeto tramita na câmara dos deputados ao lado de 4 projetos de iniciativa do governo onde não são alterados os quadros atuais do destino dos royalties que ficam concentrados nos municípios e estados produtores.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span>Só uma pequena parcela vai para a União, positivamente também prevê o destino da renda do petróleo para a criação de um fundo social, mas cria o contrato de partilha não excluindo assim os leilões.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span>Através dos comentário e questionamentos entendemos a ousadia do projeto dos movimentos sociais, mas é através dele, Petrobras 100% estatal e pública, é que garantiremos a soberania popular!</span></p>
<p style="text-align: justify"><span>Saudações Estudantis!</span></p>
<p style="text-align: justify"><span><em>Mariana Dutra</em> é Diretora de Movimentos Sociais da União Paranaense dos Estudantes e militante do Movimento Mudança</span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Greve dos Servidores mineiros</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Aug 2009 14:20:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Movimentos Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Aécio Neves]]></category>
		<category><![CDATA[Greve]]></category>
		<category><![CDATA[Minas Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[Movimento Mudança]]></category>
		<category><![CDATA[Servidores]]></category>

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		<description><![CDATA[


Hoje estivemos em greve e promovemos um ato público reunindo centrais sindicais (CUT, CONLUTAS e CTB), síndicatos dos servidores (SIND-UTE &#8211; educação, SINDIPOL &#8211; Polícia Civil, SIND-Públicas - setores administrativos do estado, FUNED e ASPH &#8211; Saúde).

Os estudantes estavam representados pelos secundaristas da AMES-BH e eu falando em nome da UEE/MG e da Mudança.

O governo Aécio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><img class="aligncenter" src="http://www.cut.org.br/images/stories/thumbs/capa_cutmg_manifestacao.png" alt="A imagem “http://www.cut.org.br/images/stories/thumbs/capa_cutmg_manifestacao.png” contém erros e não pode ser exibida." /></p>
<div style="text-align: justify"><img src="/WINDOWS/TEMP/moz-screenshot-4.jpg" alt="" /><img src="/WINDOWS/TEMP/moz-screenshot-4.jpg" alt="" width="1" height="1" /></div>
<p><img src="/WINDOWS/TEMP/moz-screenshot-5.jpg" alt="" /><img src="/WINDOWS/TEMP/moz-screenshot-6.jpg" alt="" /></p>
<div style="text-align: justify">H<img src="/WINDOWS/TEMP/moz-screenshot-7.jpg" alt="" />oje estivemos em greve e promovemos um ato público reunindo centrais sindicais (CUT, CONLUTAS e CTB), síndicatos dos servidores (SIND-UTE &#8211; educação, SINDIPOL &#8211; Polícia Civil, SIND-Públicas - setores administrativos do estado, FUNED e ASPH &#8211; Saúde).</div>
<div style="text-align: justify"></div>
<div style="text-align: justify">Os estudantes estavam representados pelos secundaristas da AMES-BH e eu falando em nome da UEE/MG e da Mudança.</div>
<div style="text-align: justify"></div>
<div style="text-align: justify">O governo Aécio Neves desde seu primeiro mandato vêm implementando um governo de ataque ao funcionalismo público com pracarização de setores básicos da sociedade. Seu governo midiático controla os principais meios de comunicação fazendo um verdadeiro marketing político além de criminalizar os movimentos sociais e calar oposição.</div>
<div style="text-align: justify"></div>
<div style="text-align: justify">A política economica do governo estadual marcado pelo &#8220;Choque de Gestão&#8221; &#8211; enxugamento de gastos e investimentos em setores estratégicos &#8211; se revele um ataque a direitos fundamentais da população e retirada maciça de verbas da saúde pública, segurança e educação. Enquanto não paga o piso nacional dos professores, sucateia o sistema de saúde pública além de manter o salário da segurança pública (Agentes carcerários e Polícia civil com o 27° e 16° menores salários do país respectivamente).</div>
<div style="text-align: justify"></div>
<div style="text-align: justify"><strong>O Governo de Aécio é mantido com índices de popularidade devido a mídia corporativista</strong></div>
<div style="text-align: justify"></div>
<div style="text-align: justify">Aécio Neves e seu vice Anastasia mentem em relação a situação do sistema educacional colocando o estado como tendo excelentes índices de avaliação quando o INEP diz exatamente o contrário. No ambito da segurança, afirma que a segurança aumento com o aumento do armamento, ou seja, comprou armas para a polícia prometendo aumentar o salário, o que não aconteceu.</div>
<div style="text-align: justify"></div>
<div style="text-align: justify">Além disso, criou uma política de governo de avaliação de desempenho dos servidores (que paga bonificação para quem atingir as metas) criando competição entre setores e dirvirtuando as noções de democracia e república.</div>
<div style="text-align: justify"></div>
<div style="text-align: justify">Por isso, os servidores estaduais dão nota 0 ao governo Aécio!</div>
<div style="text-align: justify">Chega de Mentiras!</div>
<div style="text-align: justify">Chega de sucateamento!</div>
<div style="text-align: justify">Fora Aécio Neves!</div>
<div style="text-align: justify">Contra o choque de gestão, nossa resposta é a UNIÃO!</div>
<div style="text-align: justify"></div>
<div style="text-align: justify">&#8220;Aécio Neves, seu fanfarrão! A saúde é melhor que o Mineirão!&#8221;</div>
<div style="text-align: justify"></div>
<div>Por Daniel Buzz Braga militante do Movimento Mudança Minas Gerais</div>
]]></content:encoded>
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		<title>OS ESTUDANTES TAMBÉM NÃO PAGARÃO PELA CRISE!</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Aug 2009 19:53:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Movimentos Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[14 de agosto]]></category>
		<category><![CDATA[crise]]></category>
		<category><![CDATA[Jornada de Unificada de Lutas]]></category>
		<category><![CDATA[Movimento Mudança]]></category>

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		<description><![CDATA[A Jornada Unificada de Lutas de 14 de agosto nos faz perceber a necessidade de nos juntarmos à classe trabalhadora e mostrar a que veio esta crise e como o sistema tenta jogar nas costas do povo o preço pela ganância de um projeto já esgotado. O neoliberalismo está em choque, no entanto sua superação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><span style="font-size: small"><span style="font-family: Arial">A Jornada Unificada de Lutas de 14 de agosto nos faz perceber a necessidade de nos juntarmos à classe trabalhadora e mostrar a que veio esta crise e como o sistema tenta jogar nas costas do povo o preço pela ganância de um projeto já esgotado. O neoliberalismo está em choque, no entanto sua superação só será definitiva se conseguirmos deslegitimá-lo de vez, criando novas alternativas. Assim como o trabalhador, o estudante começa a perceber os privilégios de uns poucos, que lucram em cima da exploração de muitos. E que quando a crise bate à porta, escancaram-se as regalias de classe, enquanto a tática é explorar ainda mais o povo.</span></span></p>
<p>Esta lógica ficou clara no montante de dinheiro público destinado a socorrer as empresas capitalistas, enquanto as mesmas demitiam em massa os trabalhadores ou propunham diminuir os salários já baixos com redução da jornada de trabalho, tentando coagi-los a aceitarem a oferta exploratória ou perderem o emprego. Da mesma forma, temos os estudantes das instituições pagas que há anos sofrem com o aumento abusivo das mensalidades e não tem o retorno disso em investimentos no ensino, pesquisa e extensão, na qualificação do corpo docente e da infra-estrutura, não tendo sequer garantido o direito a continuarem estudando. A nós, só o dever de pagarmos as mensalidades, com muita dificuldade; aliás, condição que tende a aumentar com a crise, uma vez que muitos estudantes são trabalhadores cujo emprego está ameaçado também. Nesse quadro, surge um acordo do MEC e BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) de criar uma linha de crédito em torno de R$ 1 bilhão para essas mesmas instituições, a fim de ajudá-las a conseguirem financiamento em época de dificuldades financeiras. Dificuldades para quem? Desde o &#8220;boom&#8221; das faculdades privadas na década de 90, os empresários da educação só viram o seu negócio crescer: 75% dos estudantes do ensino superior estão em instituições pagas. Para eles, um mercado livre em que não há regulamentação alguma, no qual a demanda é sempre favorável, uma vez que o sistema público carece de vagas e no total só aproximadamente 10% dos jovens em idade regular está cursando o ensino superior. Para nós, um direito violado e a esperança de uma formação de qualidade (e, para muitos, única forma mudar de realidade) sendo atacada no intuito de garantir a festa daqueles que negociam com os nossos sonhos. É por isso que cabe a nós, estudantes, irmos pras ruas neste 14 de agosto e mostrar  que não estamos dispostas a pagar mais uma vez esta conta!</p>
<p>Temos que ter garantido nosso direito de estudar: Pelo congelamento das mensalidades nas IES pagas e pelo direito de matrícula dos estudantes inadimplentes! Um basta às regalias daqueles que exploram o povo, vamos exigir do MEC medidas que atendam aos estudantes e não aos empresários da educação. Vale ressaltar outro ataque ao qual não podemos nos calar: o corte de R$ 1,2 bilhão do Orçamento da Educação vem mostrar que apesar do neoliberalismo ter engendrado esta crise, ainda tem forças de intervir de forma equívoca, mas dominante, nos rumos que o Brasil toma frente à mesma. Os direitos sociais na lógica neoliberal são os primeiros a serem violados, debilitando ainda mais as condições de vida da população brasileira, aumentando as desigualdades econômicas , e enfraquecendo a constituição social do Estado.  É por isso que afirmamos que a Educação é um direito e não queremos nenhum direito a menos! Pela recomposição imediata do Orçamento de Educação, Ciência e Tecnologia! E por aplicação de R$400 milhões em Assistência Estudantil, assegurando a permanência do estudante dentro da Universidade, com moradia, alimentação, saúde e mobilidade garantidos!</p>
<p>Vamos às ruas estudantes!</p>
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