Até que ponto vão as reivindicações do DCE?
Seminário sobre Movimento Estudantil agita FECILCAM
A atividade foi promovida pelo coletivo JLC (Juventude, Luta e Consciência) e contou com a presença de Camilo Vanni da União Paranaense dos Estudantes (UPE) e de Joanna Paroli da União Nacional dos Estudantes (UNE). Além de fazer um resgate sobre o Movimento Estudantil, a atividade tinha como objetivo reorganizar o movimento dentro da FECILCAM, reativando/formando Centros Acadêmicos, bem como discutir a reativação do DCE – Diretório Central dos Estudantes (extinto a 5 anos).

Durante o seminário, os estudantes marcaram uma reunião para o dia 27/05, tendo como pauta a reconstrução do DCE da FECILCAM.
“Nas ruas, nas praças, quem disse que sumiu? Aqui está presente o Movimento Estudantil!”
Clipping sobre o Ato “Caça-Fantasmas” contra a Corrupção na Assembléia Legislativa do Paraná.
Notícias de 14 de Abril
Manifestantes contra Justus derrubam portão e invadem Assembleia via Gazeta do Povo
Estudantes promovem passeata para pedir a saída de Justus via Gazeta do Povo
Em Nota Oficial, estudantes prometem arrancar Nelson Justus da Assembleia via Esmael Moraes
Manifestantes já desocuparam a Assembleia; ouça via Esmael Moraes
Estudantes pedem apoio à sociedade contra a corrupção via Esmael Moraes
Três mil nas ruas de Curitiba contra a corrupção na Assembleia Legislativa do Paraná via Esmael Moraes
Manifestantes invadem a Assembleia via Jornale.com.br
Notícias de 15 de Abril
Justus e Curi devem ser afastados, defende Dr. Rosinha – Via Esmael Moraes
Há um mês Nelson Justus está “balangando” na Assembleia – Via Esmael Moraes
A charge dia: Fantasmas com medo dos caça-fantasmas via Esmael Moraes
Veja essa. Nelson Justus Veríssimo pergunta: “Onde é que nós erramos?” via Esmael Moraes
Em Nota Oficial, estudantes prometem arrancar Nelson Justus da Assembleia via Esmael Moraes
Além disso, todos podem acompanhar novas informações e o que anda rolando através da hashtag #FantasmAlep, no Twitter, clicando aqui. Participem através de comentários e contribuições de material, sempre utilizando esta tag. Quanto mais informações agregarmos, mais legitimo torna-se o movimento.
Até a vitória, sempre!
decko
Diretor Estadual de Comunicação
Movimento Mudança – PR
Relato do Movimento Mudança – PR, na Marcha Mundial de Mulheres
A Marcha Mundial das Mulheres teve início no dia 8 de Março e foi até o dia 18 de Março, no estado de São Paulo, passou pelas cidades de Campinas, Valinhos, Vinhedo, Jundiaí, Osasco, São Paulo, entre outras. A programação incluiu a marcha pela manhã, e atividades de formação pela tarde.
Com o tema Seguiremos em Marcha até que todas Sejamos Livres a ação pretende não encerrar as atividades neste ano, continuando com debates, marchas, entre outras mobilizações que disseminem as lutas contra a opressão machista, patriarcal e capitalista, contra a mercantilização da vida, do corpo e da sexualidade, pelo fim da violência, das privatizações dos recursos naturais, em favor da Reforma Agrária e da soberania alimentar.
E lá estavam as mulheres, lutando, cantando, gritando e caminhando por quem não podia estaŕ. Eram 3 mil mulheres que carregavam nas cores, no brilho dos olhos, no canto, nos gestos e no batuque o sonho de um mundo melhor, baseado na igualdade, na liberdade, na solidariedade, na justiça, na paz e na autonomia, acreditando que mulheres em movimento mudam o mundo.
Olhar a predominância da cor roxa e lilás, que junto aos chapéus e lenços representam a luta das mulheres é lindo, e mais forte e comovente, é ver o vermelho, que não se esconde, e fica evidente nos detalhes, nas bandeiras, no batuque, nos acessórios, nas flores no cabelo. Por onde a marcha passava arrancava sorrisos, lágrimas e indignações.
Ali se tornava explicita a beleza das mulheres, sem um padrão definido, todas Belas. Mulheres de todos os cantos do país, de todas as raças, crenças e estilos, trazendo consigo aquilo que tem de mais especial. As índias trazendo sua cultura muito peculiar, as mulheres do MST, evidenciando a organização do movimento, o poder das palavras de ordem, gritos de guerra que em suas vozes se transformavam em canto sereno e forte, como a essência feminina. Todas unidas, cada uma do seu modo, no ideal de mudar o mundo.
As palavras de ordem colocadas em canção fizeram São Paulo parar nesses 10 dias. Eram mulheres que cantavam sem medo de se dizer socialistas, feministas, revolucionárias. Sem medo do que pensariam, sem medo de estar na rua, sem medo de ser quem são em seus dias comuns, cada qual com suas dores, emoções e alegrias.
No encerramento da marcha, chegando ao Estádio Pacaembu, na praça, todas as mulheres receberam um abraço lilás, um circulo feito com as faixas da luta, onde todas ficaram dentro. Juntas, cantando e encerrando, por aquele dia, o ato. Cansadas, mas já esperando a próxima luta. Os opostos como a alegria e a tristeza, o cansaço e a disposição, estavam presentes no olhar de cada mulher.
Nestes dias, o principal foi revelar a força, e o valor de cada uma, que existe uma postura diante de toda a sociedade cruel, uma postura que confronta, que denuncia. Evidenciar a busca pelo respeito, solidariedade e igualdade, por um mundo onde as pessoas não sejam trocadas por mercadorias, e elas, mães, filhas, estudantes, trabalhadoras, educadoras e dentre todos os campos, são militantes da Vida.


