Até que ponto vão as reivindicações do DCE?
Seminário sobre Movimento Estudantil agita FECILCAM
A atividade foi promovida pelo coletivo JLC (Juventude, Luta e Consciência) e contou com a presença de Camilo Vanni da União Paranaense dos Estudantes (UPE) e de Joanna Paroli da União Nacional dos Estudantes (UNE). Além de fazer um resgate sobre o Movimento Estudantil, a atividade tinha como objetivo reorganizar o movimento dentro da FECILCAM, reativando/formando Centros Acadêmicos, bem como discutir a reativação do DCE – Diretório Central dos Estudantes (extinto a 5 anos).

Durante o seminário, os estudantes marcaram uma reunião para o dia 27/05, tendo como pauta a reconstrução do DCE da FECILCAM.
Agora é UEL de cara nova!
Após a 5 horas de apuração, saiu o resultado final da eleição para o DCE da UEL 2010. Foram 1387 votos divididos entre 9 centros de estudos. Dentre eles 981 votos foram para a Chapa 1 “A UEL de Cara Nova” e 386 para a Chapa 2 “Mais vale o que será”.
Na sexta-feira irá acontecer o CD (Concelho Deliberativo) na qual os CA (Centro Academicos) irão referendar o resultado das eleições 2010 do DCE e por fim divulgar a Chapa eleita para o DCE.
É mais um DCE de volta à UNE! É mais um DCE que irá estar ao lado dos estudantes!
Parabens a todos e todas que construiram uma bela campanha na Universidade Estadual de Londrina! O Movimento Mudança do Paraná também está de parabens!
Abaixo, relato do companheiro Camilo Vanni, Secretário Geral da União Paranaense de Estudantes (UPE), que participou de todo o processo eleitoral da UEL:
“Compas, é com muita alegria que informo a Tod@s que a Mudança do Paraná volta a dirigir um DCE no estado mais revolucionário!
Nos dias 4 e 5 aconteceram as eleições para o DCE da UEL (universidade estadual de londrina). Haviam duas chapas disputando, A UEL de Cara Nova (Mudança + UJS + Independentes) Contra, Mais Vale o Que Será (Pstu + Psol (barricadas) + Independentes).
O processo de eleição foi mais calmo do que imaginávamos, reflexo da apatia do ME da UEL. São dois anos de gestão provisória no DCE, e o que se percebeu nas eleições foi um grande esforço das duas chapas para garantir a legitimidade do processo e garantir que ao final do pleito teriamos uma chapa eleita!
Ganhamos com uma Votação expressiva, foram 1387 (há mais de 10 anos não se via uma eleição com uma presença massiva nas urnas, mesmo assim a quantidade de votantes foi muito pequena para a quantidade de estudantes matriculados, são mais de 18 mil academicos na UEL).
desses 1837 votos foram 981 votos para nós e 387 para eles!
Mas a Luta não terminou! amanhã teremos o CD (conselho deliberativo equivalente ao CEB), o qual vai referendar ou não o processo eleitoral, tudo indica que não teremos problemas, mas em se tratando de PSTU não podemos vacilar, já estamos nos articulando para garantir a maioria no CD!
Além disso gostaria de parabenizar toda a galera de Londrina que apavorou no processo! Se não fossem vocês não conquistariamos essa grande vitória!
OBS: mais um DCE de volta a UNE!
Muitas Saudações Mudancistas!”
Notícias tiradas do blog: http://aueldecaranova.blogspot.com/
1° Seminário de Direitos Humanos UNE: 6 e 7 de maio, RJ
A UNE, como uma das principais entidades do movimento social brasileiro, deve não só defender os Direitos Humanos, como sempre o fez em sua historia, mas também criar espaços de acúmulo e debate dos mesmos. Por isso, em maio de 2010, nos dias 6 e 7, nossa entidade realizará o seu 1° Seminário de Direitos Humanos, abordado sob a ótica do movimento estudantil, tendo como objetivo a construção de um novo papel para a juventude na consolidação dos direitos humanos. Será no Rio de Janeiro, na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).
“Todas as pessoas nascem livres e iguais em dignidade e direitos’’
Assim começa o 1° Artigo da Declaração Universal dos Direitos Humanos. A DUDH, como é conhecida, fará 62 anos de existência em 2010 e está muito longe de ter sido consolidada. Abusos aos Direitos Humanos são corriqueiros mundo afora, sejam em ditaduras ou em guerras.
Aqui no Brasil não é diferente. Tivemos uma ditadura militar sangrenta que perseguiu e matou muitas pessoas. Hoje, apesar dos avanços, ainda sofremos com violações aos direitos humanos, as políticas de segurança pública de diversos estados brasileiros ainda perseguem, torturam e matam. Na quase totalidade dos casos as vítimas são jovens, pobres e negros.
Se não bastassem as violações aos Direitos Humanos, o que não falta também são críticas a sua existência. A mídia brasileira, junto a setores conservadores da sociedade, conseguiu criar um senso comum contra a militância em Direitos Humanos com má argumentação de que quem defende tais direitos e garantias, defende apenas os ‘’bandidos’’. A visão de universalidade de direitos e garantias por parte do Estado é bastante subversiva para setores neoliberais que visam o enfraquecimento do mesmo, por isso os constantes ataques.
A ofensiva aos Direitos Humanos se intensificou nos últimos meses com a assinatura do decreto presidencial que institui o PNDH-3 (3° Programa Nacional de Direitos Humanos).
O mesmo atende a várias demandas dos movimentos sociais, que dentre outras coisas, institui:
1- Criação da Comissão Nacional da Verdade, que visa examinar as Violações de Direitos Humanos praticadas pelo Estado Brasileiro durante o período da Ditadura militar.
2- Apoio à mudança da constituição para prever a expropriação de terras ou imóveis onde se encontre trabalhadores reduzidos a condição de escravos. 3- Promoção de ações voltadas à adoção de crianças por parte de casais homoafetivos, além de apoio a projeto de lei que disponha sobre a união civil entre pessoas do mesmo sexo.
3- Apoio à aprovação de projeto de lei que visa à descriminalização do aborto, considerando a autonomia das mulheres para decidir sobre seus corpos.
4- Combate às execuções extrajudiciais realizadas por agentes do Estado, além de desenvolver ações específicas para investigação e combate à atuação de milícias e grupos de extermínio.
O programa, que é sem dúvida um dos mais avançados e amplos criados pelo governo Lula, vem sofrendo criticas de diversos setores, dentre eles a grande mídia, os ruralistas, as forças armadas e inclusive alguns ministros.
Em virtude da importância dos direitos humanos e agora do PNDH-3, o movimento estudantil não pode se furtar a debatê-los, devendo ser também protagonista de sua concretização, defesa e divulgação, não só no âmbito universitário como em toda a sociedade.
A UNE como uma das principais entidades do movimento social brasileiro deve não só defender os Direitos Humanos, como sempre o fez em sua historia, mas também criar espaços de acúmulo e debate dos mesmos. Por isso, em maio de 2010, nossa entidade realizará o seu 1° Seminário de Direitos Humanos, abordado sob a ótica do movimento estudantil, tendo como objetivo a construção de um novo papel para a juventude na consolidação dos direitos humanos.
Rodrigo Mondego
Diretor de Direitos Humanos
União Nacional dos Estudantes
PROGRAMAÇÃO
6/05/10 – quinta-feira
10:00 às 14:30
Credenciamento e abertura da feira da diversidade
14:30 às 15:00
Mesa de abertura
15:15 às 17:15
Mesa 1: O PNDH-3 e sua importância para a consolidação dos Direitos Humanos no Brasil
17:30 às 20:30
Mesa 2 : Violência, Segurança Pública e Direitos Humanos
07/05/10 – sexta-feira
10:00 às 13:00
Mesa 1 – A Luta pelos Direitos Humanos no Combate as Opressões
15:00 às 18:00
Mesa 2 – O Movimento Estudantil e seu histórico de luta por liberdade no Brasil
18:30 às 20:30
Mesa de encerramento : Comissão Nacional da Verdade: “Só as feridas limpas podem cicatrizar”
A partir das 21:00
Ato Político/Cultural na Concha acústica em apoio ao 3° Programa Nacional dos Direitos Humanos
As inscrições já estão abertas. Participe!
1° Seminário de Direitos Humanos da UNE
UERJ, Campus Maracanã
6 e 7 de maio de 2010
Inscrições: direitoshumanosune@hotmail.com
Informações: http://direitoshumanosune.blogspot.com
58° CONEG da UNE aprova o Projeto Brasil
É o documento que atualiza a opinião da UNE sobre temas como Educação, Desenvolvimento Econômico e Social, Cultura, Esportes, Saúde, Comunicação, Meio-Ambiente, Democracia, entre outros, com o objetivo de pautar a sociedade brasileira além de subsidiar o debate de idéias do segundo semestre de 2010, ano de eleições presidenciais.
A proposta aprovada pela maioria dos 300 delegados faz críticas ao discurso neoliberal que ainda sobrevive no país. Esse é um consenso: a luta pelo Estado forte, oposta à política neoliberal imposta em governos até 2003.
Consulte o documento aprovado:
http://www.une.org.br/home3/movimento_estudantil/movimento_estudantil_2007/imgs/projeto_brasil_-_pdf.pdf
Notícia do site da UNE (www.une.org.br)
51º Congresso da UNE – Queremos Movimento!
Chegamos a mais um Congresso da União Nacional dos Estudantes. Enquanto a maioria dos grupos organizados no Movimento Estudantil se preocupam em eleger delegados, queremos disputar a idéia política e aproveitar esse período para deflagrar um amplo período de lutas nas universidades. Para nós, é momento de fortalecer o debate sobre o papel da UNE e nos perguntar, francamente, de que forma podemos contribuir para que a entidade cumpra o seu papel de mobilização e organização do movimento estudantil, fortalecendo o projeto popular que amadurece em nosso país e avança na América Latina.
Temos clareza que o CONUNE tem um impacto muito grande dentro das Universidades. As eleições para delegados, a mobilização de centenas de entidades estudantis e dos próprios estudantes, embora que temporariamente, aquecem os debates. Para nós, justamente por isso, o CONUNE é época de fazer despertar os estudantes e garantir, para o período posterior, uma intervenção orgânica e qualificada da UNE como esta deve ser: a maior entidade estudantil da América Latina, que seja capaz de contribuir para transformar a universidade brasileira e coloca-la a serviço de nosso povo.
Em um momento de profunda crise no Movimento Estudantil brasileiro, cujas conseqüências são entidades (CA´s, DCE´s, UEE´s, Federações e Executivas e até a UNE) desmobilizadas, distantes do diálogo com os estudantes, de pouquíssima interferência nos debates locais e nacionais, acreditamos ser preciso sinceridade e ousadia. Sinceridade para não maquiar nossos problemas para nós mesmos. Chega de reivindicar o passado da UNE como seu presente. Chega de utilizar para nós mesmos o discurso de afirmação que precisamos e utilizamos sempre diante de nossos inimigos.
O Movimento Mudança é um Movimento que, apesar de acreditar profundamente na luta de base, defende indiscutivelmente a União Nacional dos Estudantes como a entidade dos estudantes brasileiros. Reivindicamos sua história, seu passado, seu presente e apostamos no seu futuro. Defendemos a UNE contra o divisionismo esquerdista, mas, principalmente, contra a sede cruel capitalista da direita que, jamais, em qualquer momento histórico – inclusive no atual – perde a oportunidade de tentar dividir a UNE.
Esse ódio que tem a direita contra a UNE, hoje tão visível nos ataques dos grandes meios de comunicação, de Miriam Leitão, Arnaldo Jabor, Alexandre Garcia, Folha de São Paulo e cia., é proporcional ao amor que nós temos a essa entidade. E, justamente por isso, precisamos ser sinceros em compreender o momento que passamos. A crise do ME é nacional, mas é principalmente local. Nasce e morre justamente na apatia que encontramos em cada sala de aula das universidades brasileiras. E é daí que precisamos tirar as forças necessárias para o reavivamento da UNE e do Movimento Estudantil brasileiro.
Por isso, nossas soluções são ousadas, são difíceis. Fácil e vazio é apontar como solução para uma crise estrutural uma simples mudança de direção e cargos políticos. Nós queremos apresentar uma mudança de direção e caminhos políticos. Uma mudança de foco, de objeto, de discurso.
Congresso após congresso, as forças políticas apresentam suas teses de como dominar a UNE, de como tal grupo é o culpado de tudo e que derrotá-lo será a revolução.
Nós não defendemos este tipo de tese simplista. Nós somos o “Movimento Mudança” e desde o congresso passado deixamos de apresentar uma tese de como dominar a UNE para apresentar uma estratégia de como reavivar o Movimento Estudantil a partir da luta de base, a partir da reconstrução dos Centros Acadêmicos, a partir do combate a DCE´s que só existem pra votar no CONEG, a partir da construção de pautas do ME como a cultura, a arte, o esporte, a ciência, os gêneros, a sexualidade, as drogas, a pesquisa e a extensão.
A Mudança que queremos fazer é ousada. Porque mexe com as bases e não com os discursos artificiais, iguais em todos os CONUNES. Não estamos aqui para perder tempo ou ocupar cargos. Nós estamos aqui porque defendemos a UNE e queremos o Movimento Estudantil de volta nas ruas, estremecendo os muros da Universidade e fazendo-os desmoronar rumo à interação social e ao poder popular.
Assim, apresentamos, abaixo, três ações que definirão a intervenção do Movimento Mudança nesse processo do 51º CONUNE. Aproveitamos para apresentá-los também como um desafio para o conjunto de forças políticas que tem responsabilidade com a construção da UNE como ferramenta de pressão popular e convocar tantos quantos sinceramente se sensibilizem nesse sentido a dialogar conosco.
Para o Movimento Mudança, o 51º CONUNE deve posicionar e organizar a UNE para:
1. Elaborar e implementar uma concepção de movimento estudantil que busque aproximar a UNE das entidades de base, valorizando o movimento real e democrático nas Universidades, estabelecendo assim uma nova forma de comunicação e diálogo com o conjunto dos estudantes brasileiros. Para nós, o importante tem que ser o Movimento!
2. Aprofundar e qualificar a opinião da entidade sobre nosso projeto de Reforma Universitária, que embora seja uma importante ferramenta de pressão por mudanças na concepção da educação do nosso país, na prática ainda não chegou às mãos da maioria dos estudantes, não sendo, ainda, um instrumento real para o ME brasileiro, nem um documento que nos agregue e prepare para as disputas da Conferência Nacional de Educação. Para nós, a UNE em defesa da Universidade Popular tem que ser a bandeira de cada estudante brasileiro!
3. Fazer da UNE vanguarda na articulação com os Movimentos Sociais em defesa da Reforma Agrária, da Reforma Urbana, da Reforma Política e da Democratização dos Meios de Comunicação. Esses quatro funis impedem que pelo menos se inicie uma democracia real no Brasil e são responsáveis pela sustentação do capitalismo neoliberal mais cruel para o nosso povo. Devemos mobilizar os estudantes para ocupar as Conferências institucionais de Comunicação, Educação, Segurança Pública, Igualdade Racial, mas, principalmente, construir uma agenda alternativa dos Movimentos Sociais que traga à tona e denuncie os latifúndios da terra, da política, da cidade e das comunicações. Para além do debate insuportável e mesquinho de ser contra o Governo, a favor do Governo, meio-termo com o Governo, queremos que a UNE paute na conjuntura o que realmente importa para a alteração da correlação de forças e da superação do sistema econômico atual: Reforma Agrária Já! Reforma Urbana Já! Reforma Política Já! Democratizar os Meios de Comunicação JÁ!
Essas são ações que estarão na ordem do dia, dentro da pauta do Movimento Mudança. Mas, para que tenhamos capacidade de desempenhar os pontos 2 e 3, precisamos, fundamentalmente, investir no ponto 1.
Entendemos que a UNE precisa ter como foco restabelecer uma relação de organização com o conjunto de estudantes brasileiros. Só conseguiremos fazer uma disputa da conjuntura e da educação de nosso país se a rede do movimento estudantil estiver organizada e em sintonia com as lutas que devem ser travadas dia-a-dia nas universidades e na sociedade.
Precisamos entender e saber dialogar com estudantes que diariamente sofrem as duras condições que o sistema capitalista impõe dentro das universidades. Nas particulares, por exemplo, onde está concentrada a grande maioria dos universitários brasileiros, os estudantes são tratados como consumidores e não como estudantes, incluídos em uma lógica mercantil extremamente nociva à qualidade de ensino que a UNE defende. Dentro das universidades públicas, também vivenciamos conceitos mercadológicos, como a concorrência e o individualismo, preparando o estudante exclusivamente para o mercado de trabalho.
Tudo isso evidencia a necessidade de acumularmos força para fazer uma disputa ideológica de qual é o ensino que nós queremos, um ensino emancipador e libertário, e que a universidade cumpra sua função social de contribuir com a apresentação de soluções para os grandes problemas nacionais.
Porém, a falta deste acúmulo de forças se dá por conta de uma cultura política presente nas entidades estudantis que necessita mudar. Dos CA’s à UNE, precisamos estabelecer uma nova prática política de organização, de democratização das entidades e de envolvimento do conjunto dos estudantes. Só dessa forma conseguiremos, por exemplo, fazer uma disputa mais acirrada em relação a nossa concepção de educação e bandeiras aprovadas no 12º CONEB da UNE, apesar de termos críticas importantes à forma como se deu esse Fórum, inclusive por ter ocorrido no mesmo período que a Bienal de Cultura e Arte da UNE.
O projeto de reforma universitária da UNE deve ser encarado como material de instrumentalização da militância nas universidades, devendo a entidade geral orientar as entidades de base a utilizarem o projeto para debates, seminários, atividades, ou seja, protagonizar ações dentro das universidades.
Além disso, este projeto deve ser a base para a participação da UNE na Conferencia Nacional de Educação. Desde as etapas municipais, a entidade deve orientar a participação da militância à luz do projeto.
Além da Conferencia de Educação, a UNE deve mobilizar para intervir de forma qualitativa nas Conferências de Comunicação, Segurança Publica e Igualdade Racial. Conferências que debatem temas de profunda relevância pra sociedade brasileira e uma entidade no porte da UNE não pode deixar de contribuir nestes debates.
Por fim, tudo isso deve ter como objetivo final uma sociedade emancipada, democrática de fato, em que o trabalho não seja explorado e as pessoas possam dirigir suas vidas com seus direitos básicos respeitados. Um mundo de fraternidade e igualdade, que sabemos só será erguido com muita luta coletiva. Assim, juntar gente para dividir a terra, a cidade, as decisões e a fala deve ser o norte estratégico de nossa militância estudantil.
Acreditamos que é necessário reavaliar com sinceridade e ousadia a forma de atuação e condução da UNE e garantir um novo perfil pro movimento estudantil brasileiro. A UNE precisa ser referência política dos estudantes e da juventude brasileira, intervindo de fato nos rumos políticos da educação e do país.
Nossa orientação e diálogo para o 51º Congresso da UNE se dará a partir destes preceitos apresentados, tendo como foco central a reorganização do movimento estudantil em nosso país. Achamos fundamental construir uma forte unidade em torno de uma nova cultura política destacando sempre, que, para nós, o Importante é o Movimento.
Democratizar a UNE, Diretas Já!
O movimento estudantil vivencia uma grande crise, a apatia e desmobilização têm tomado conta das Universidades. Essa realidade se deve ao fato de que os pressupostos neoliberais, como a propagação do individualismo e competitividade, têm contribuído para que os/as estudantes se interessem cada vez menos com projetos coletivos. A desmobilização estudantil se reflete na sua entidade máxima de representação, a União Nacional dos Estudantes, onde observamos que os fóruns de debates propostos pela UNE, como os Congressos e Caravanas, são esvaziados e a entidade se mostra menos presente dentro das IES. Desta forma, como meio de democratizar a UNE e colocá-la cada vez mais como referência de luta dos/as estudantes brasileiros/as, o Movimento Mudança defende eleições diretas para a entidade.
Atualmente, o Congresso da UNE (CONUNE), define os rumos e as orientações políticas da gestão e elege a diretoria da UNE. Neste que é o maior fórum da entidade votam os/as delegados/as da UNE, eleitos/as dentro de suas Universidades. Hoje, o CONUNE se mostra como um espaço com pouca formulação política e muita disputa entre as forças e onde os/as delegados/as pouco representam a opinião de suas bases.
Acreditamos que o CONUNE deve ser um espaço de formulação política e que a eleição da diretoria da UNE deve ser realizada dentro de todas as Universidades, por todos os/as estudantes, fazendo com que todos/as se sintam parte da UNE. Para nós, a política é o mais importante, por isso defendemos Diretas na UNE. Porque achamos que cada estudante tem que debater e definir as pautas da entidade que o representa. Temos convicção que a eleição de delegados/as por urna, dentro de cada Universidade já foi um avanço para a entidade, contando com a participação de mais de 800 mil estudantes. Mas temos a certeza que será muito melhor se a direção da UNE for eleita por mais de 800 mil pessoas.
Nós da Mudança propomos que a eleição para a diretoria da UNE deve ser realizada conjuntamente com a tiragem dos/as delegados/as do CONUNE, apenas em urnas separadas e a mesma comissão que fiscalizará a eleição dos/as delegados/as, viabilizará a eleição da diretoria da entidade.
Para isso propomos:
_ Unidade de ação de todas as forças políticas, grupos locais e estudantes que defendem as Diretas, procurando fortalecer esse debate dentro da UNE, para que consigamos que essa bandeira deixe de ser uma utopia distante.
_ Que seja criado no próximo CONUNE um Grupo de Trabalho especifico sobre formas de eleição da entidade, pois acreditamos que com muito debate podemos chegar todos a uma opinião hegemônica da importância de um novo modelo.
Queremos radicalizar a democracia na União Nacional dos Estudantes e por isso defendemos Diretas Já!!!
Direção Nacional Movimento Mudança
II ENCONTRO NACIONAL DE ESTUDANTES NEGROS E COTISTAS DA UNE

Programação:
5 de junho
18h
Painel 1 – Abertura do Encontro: Mesa com lideranças negras – Afirmação do povo negro
Edson França (Unegro), Bira Corôa (Presidente da CEPI – Alba), Babalorixá PC (terreiro Oxumaré), Jeférson Conceição (Presidente da UEB), Lúcia Stumpf (Presidente da UNE), Luiza Bairros (SEPROMI), Valmir Assunção (SEDES), Luiz Alberto (Deputado Federal), Mãe Estela, Makota Valdina, SEMUR, Gilmar Santiago (Vereador), Marta Rodrigues (Vereadora), Secretaria Nacional de Juventude, Coletivo de Entidades Negras, MNU
19h
Palestra Magna com os Professores Hélio Santos e Elias Sampaio sobre o tema do Encontro: Políticas Afirmativas para um novo Brasil
22h
Festa Resistência e Luta!Bandas de Kuduro, Samba de Roda, Hip Hop e DJ
06 de Junho
9h
Painel 1 – Educação Brasileira – Política de Cotas, Ações Afirmativas e Assistência Estudantil – Descolonização do ConhecimentoFacilitadores: Valter Altino (Atitude Quilombola), Frei Davi (Rede EDUCAFRO), Vereadora Olívia Santana
14h
Painel 2 – Quebrando os paradigmas da Opressão Racista– Comunicação, Cultura e Religiosidade NegraProfessor Hélio Santos, Makota Valdina, Professor Bira Castro, Bárbara Souza, Conjuve, Fórum Nacional de Juventude Negra
16h
Grupos de DiscussãoConstruindo PPJ para Juventude NegraReforma Universitária e Ações AfirmativasExpressões Juvenis: Hip Hop, GrafiteMulheres NegrasParticipação política da Juventude Negra
18h
OficinasSonoridade com instrumentos alternativos e hibridismosCinema e vídeo – Negros e Negras da MídiaTranças e Penteados AfroRitmos e PercussãoExpressão através da Capoeira
20h
Jantar
22h
Festa com DJ (ritmos africanos e brasileiros)
07 de Junho
9h
Painel 3 – Movimento estudantil e a questão racial – Mesa com todos os Ex-Diretores de Combate ao Racismo da UNEEx-Diretores da UNE, UEB, DCE UFBA, Organizadores do CENUMBA, IIª CONAPIR
12h
Almoço
14h
Rota turística em Salvador
Inscrições e maiores informações no Blog da Diretoria de Combate ao Racismo da UNE
O lugar da esquerda é na Marcha da Maconha
httpv://www.youtube.com/watch?v=9NGsfT37QY0&feature=related
Por Ronaldo Pinto Junior
Entre os dias 02 a 09 de maio 13 capitais brasileiras estarão organizando a marcha da maconha. A marcha da maconha é um coletivo que tem como objetivo aglutinar e organizar fóruns e espaços de debates que além de fomentar a organização conduzam o debate para formulação de políticas públicas sobre a legalização da maconha e seus usos.
No último ano, a exploração da mídia e medidas judiciais repressivas colocou a marcha da maconha em evidência no cenário nacional. Embora a mídia conservadora não aprofunde o debate da legalização da maconha e as medidas judiciais tenham tido o objetivo de reprimir a livre organização da marcha, existe hoje um sentimento que o movimento tem crescido e pautado importantes debates Brasil afora.
Recentemente o Ex-presidente FHC, em conjunto com César Gaviria (Ex-presidente da Colômbia) e Ernesto Zedillo (Ex-presidente do México), através da Comissão Latino-Americana de Drogas e Democracia, publicou um artigo defendendo a legalização da maconha para uso pessoal.
Gostaria aqui de levantar algumas questões sobre o posicionamento de FHC. Primeiramente é necessário, mais uma vez criticar o papel que a mídia jogou neste episódio. FHC foi rotulado como um dos pioneiros no debate da legalização da maconha, ignorando toda construção social que a marcha da maconha e outros coletivos do gênero acumularam no ultimo período. Se hoje o debate esta na pauta nacional, quem menos contribuiu para isso foi o Ex-presidente, diferentemente do que a maioria dos meios de comunicação tenta colocar na cabeça dos brasileiros.
Durante a gestão de oito anos de FHC muito pouco se fez pela causa. O SUS nunca apresentou uma política real de redução de danos e de recuperação de viciados em todos os tipos de drogas. A relação de FHC com os movimentos sociais, hoje pioneiros no debate da legalização da maconha sempre foi péssima, como é o caso da UNE que nunca foi recebida pelo Ex-presidente e ainda sofreu duros golpes como o PL das carteirinhas.
Por fim, a política que o partido do Ex-presidente implementa na ultima década vai em total desacordo com a bandeira da legalização da maconha. O Brasil, enquanto dirigido pelo PSDB sempre cumpriu um papel de capacho das potências mundiais, refletindo o debate reacionário imposto pelos EUA e pela ONU, principalmente desencadeando políticas repressivas de controle do tráfico, focando a ação do Estado sobre o usuário. Prova disso é a criação da 1ª Secretaria Municipal Anti-Drogas de Curitiba, uma das principais ”grandes ações da Prefeitura”, defendida durante campanha do tucano Beto Richa a prefeitura da capital paranaense. O governo de Goiás, quando dirigido pelos tucanos, matou mais jovens do que durante toda a ditadura militar através da polícia de elite que tinha como principal tarefa combater o tráfico e promover a segurança social.
Mais uma vez, FHC distorce a realidade e resume o debate da legalização da maconha somente sobre o foco da liberdade individual do usuário. Deixa de lado todo acúmulo que comprova que a maconha foi taxada como ilegal em nosso país por conta da pressão econômica imposta pelos EUA no começo do século XX (leia-se indústria do algodão, álcool e farmacêutica principalmente) , e pela perseguição a ritos culturais e religiosos onde se fazia o consumo da maconha, por conta da pressão da Igreja Católica.
Submeter o debate da legalização da maconha somente sobre a liberdade individual do usuário e deixar de lado debates como a produção e a comecialização da maconha é recuar sobre o que já acumulamos na luta pela legalização da maconha.
Diversos Movimentos Sociais e partidos de esquerda aprovaram resoluções sobre a legalização da Maconha, principalmente levando em consideração o acúmulo que movimentos como a marcha mundial da maconha produziu no ultimo período. Chegou à hora de mostrar que a luta se constrói na prática. Confira a agenda de mobilizações da Marcha da Maconha (www.marchadamaconha .org), pegue sua bandeira, sua faixa e ocupe as ruas das principais capitais do País para defender a liberdade de expressão e a legalização da maconha. Libertem as plantas!
Ronaldo Pinto Junior é Diretor de Assistência Estudantil da UNE e da Coordenação Nacional do Movimento Mudança.
Trabalhadores e trabalhadoras não pagarão pela crise!
O Brasil vai às ruas na próxima segunda-feira, 30 de março. Os trabalhadores e trabalhadoras do campo e da cidade estarão unidos contra a crise e as demissões, por emprego e salário, pela manutenção e ampliação de direitos, pela redução dos juros e da jornada de trabalho sem redução de salários, pela reforma agrária e em defesa dos investimentos em políticas sociais.
A crise da especulação e dos monopólios estourou no centro do sistema capitalista, os Estados Unidos, e atinge as economias menos desenvolvidas. Lá fora – e também no Brasil -, estão sendo torrados trilhões de dólares para cobrir o rombo das multinacionais, em um poço sem fim, mas o desemprego continua se alastrando, podendo atingir mais 50 milhões de pessoas.
No Brasil, a ação nefasta e oportunista das multinacionais do setor automotivo e de empresas como a Vale do Rio Doce, CSN e Embraer, levaram à demissão de mais de 800 mil trabalhadores nos últimos cinco meses.
O povo não é o culpado pela crise. Ela é resultante de um sistema que entra em crise periodicamente e transformou o planeta em um imenso cassino financeiro, com regras ditadas pelo “deus mercado”. Diante do fracasso desta lógica excludente, querem que a classe trabalhadora pague a fatura em forma de demissões, redução de salários e de direitos, injeção de recursos do BNDES nas empresas que estão demitindo e criminalização dos movimentos sociais. Basta!
A precarização, o arrocho salarial e o desemprego enfraquecem o mercado interno, deixando o país vulnerável e à mercê da crise, prejudicando fundamentalmente os mais pobres, nas favelas e periferias. É preciso cortar drasticamente os juros, reduzir a jornada sem reduzir os salários, acelerar a reforma agrária, ampliar as políticas públicas em habitação, saneamento, educação e saúde, e medidas concretas dos governos para impedir as demissões, garantir o emprego e a renda dos trabalhadores.
Manifestamos nosso apoio a todos os que sofreram demissões, em particular aos 4.270 funcionários da Embraer, ressaltando que estamos na luta pela readmissão.
O dia 30 também é simbólico, pois nesta data se lembra a defesa da terra Palestina, a solidariedade contra a política imperialista do Estado de Israel, pela soberania e auto-determinação dos povos.
Com este espírito de unidade e luta, vamos construir em todo o país grandes mobilizações. O dia 30 de março será o primeiro passo da jornada. Some-se conosco, participe!
NÃO ÀS DEMISSÕES!
REDUÇÃO DOS JUROS!
REDUÇÃO DA JORNADA SEM REDUÇÃO DE SALÁRIOS E DIREITOS!
REFORMA AGRÁRIA, JÁ!
POR SAÚDE, EDUCAÇÃO E MORADIA!
EM DEFESA DOS SERVIÇOS E SERVIDORES PÚBLICOS!
SOLIDARIEDADE AO POVO PALESTINO!
Ato Internacional Unificado Contra a Crise
Organizadores:
ASSEMBLÉIA POPULAR, CEBRAPAZ, CGTB, CMB-FDIM, CMS, CONAM, CONLUTAS, CONLUTE, CTB, CUT, FORÇA SINDICAL, INTERSINDICAL, MARCHA MUNDIAL DE MULHERES, MST, MTL, MTST, NCST, OCLAE, UBES, UBM, UGT, UNE, UNEGRO/COMEN, VIA CAMPESINA
SÃO PAULO
Na capital paulista, o ato unificado, com as centrais e entidades populares, contra a crise será no dia 30 de março, com concentração às 10h, em frente ao prédio da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, a FIESP, na Avenida Paulista, n 1313. Depois, os manifestantes seguem em marcha até a Bolsa de Valores, no Centro. Antes, passam em frente ao prédio do Banco Central e da Caixa Econômica Federal, ambos na Paulista.
RIO DE JANEIRO
Ato unitário no centro da cidade do Rio de Janeiro, com concentração a partir das 14h, na Candelária, com passeata pela Av. Rio Branco.
Encerramento do Ato na Cinelândia.
MINAS GERAIS
Em Belo Horizonte haverá um Ato Unificado às 15h, na Praça Sete.
Em Uberlândia, outro Ato unificado, concentração às 15h, na Praça Tubal Villela, no Centro da cidade.
ALAGOAS
Ato em Maceió, no Calçadão do Comércio, às 14h.
CEARÁ
Às 15h, Ato unificado saindo da Pça. da Bandeira, em passeata até Pça. do Ferreira, em Fortaleza.
MARANHÃO
Às 8h, passeata no Centro de São Luís.
PARAÍBA
Ato unificado em João Pessoa.
SERGIPE
Às 8h, Ato unificado na Pça.Bandeira, em Aracajú.
RIO GRANDE DO NORTE
Ato na Pça. Gentil Ferreira, em Natal, concentração às 14h.
RIO GRANDE DO SUL
Em Porto alegre, concentração às 7h30, em frente à Gerdau (Av. Farrapos, 1811). Após uma manifestação, os trabalhadores seguem em caminhada em direção ao setor financeiro da Capital, localizado na Rua Sete de Setembro, de onde seguirão em marcha até o Palácio Piratini, onde haverá um ato público.
PERNAMBUCO
Passeta em Recife, às 9h, com concentração na FIEPE (Federação das Industrias de Pernambuco).
PIAUÍ
Ato Unificado em Teresina, na Praça da Liberdade, ao lado do CEFET, às 10h, concentração e caminhada pela Avenida Frei Serafim.
PARANÁ
Ato em Curtiba, com concentração na Praça Santos Andrade, às 9h30, com passeata até o Banco Central, Prefeitura e Assembléia Legislativa.
SANTA CATARINA
Ato em Florianópolis, às 17h, em frente da Procuradoria Geral do Estado. Os trabalhadores em Educação farão uma greve de 24hs nesta data e se incorporarão na manifestação unificada.
BRASÍLIA
Ato em frente ao Banco Central, 10h . Passeata em direção a Esplanada dos Ministérios.
MATO GROSSO
A manifestação em Cuiabá será realizada às 10h, na Praça Alencastro, em frente à Prefeitura Municipal.
GOIÁS
Ato às 9h na Praça Bandeirante, em Goiânia.
57º Coneg da UNE: saiba como participar
Fórum deliberativo da UNE reunirá UEE’s, Executivas e Federações de Curso para definir as últimas ações desta gestão
O 57º Conselho Nacional de Entidades Gerais (Coneg) acontece nos dias 21 e 22 de março, na UNIP Vergueiro (R. Vergueiro, 1211), na Vila Mariana, em São Paulo. Será o momento em que terão voz e voto as entidades representativas de Instituições de Ensino Superior (IES) de todos os Estados e do Distrito Federal (DCE’s, UEE’s e entidades municipais) e também, das Executivas e Federações Nacionais de Curso, devidamente credenciadas na definição das diretrizes da entidade para o próximo período.
Para participar as entidades precisam estar credenciadas. Para tanto o/a delegado/a, o/a representante da Entidade Geral deverá apresentar no dia e local de recolhimento do Credenciamento: Ata oficial, fornecida pela UNE, para indicação do/a delegado/a e seu/sua suplente, com o quorum mínimo de 50% (cinqüenta por cento) mais 1 (um) dos/as diretores da Entidade que constarem registrados/as na Ata de Posse. Caso tenha havido substituição de membros da diretoria da entidade, será necessário apresentar a Ata de Alteração da Diretoria e o Estatuto da Entidade.
Além de uma cópia da ata de eleição e da ata de posse da diretoria da Entidade Geral, com prazo de mandato em dia. Para entidades que não comprovarem o tempo de duração do mandato, será considerado o prazo máximo de um ano a contar da data da posse da atual gestão e uma cópia do comprovante de matrícula 2009/1 do/a delegado/a e suplente.
Para as UEE’s e entidades municipais o valor é de R$ 350,00. Executivas, Federações e Coordenações de Curso e entidades que representem mais de 20 mil estudantes pagam R$ 200,00. Já entidade que representem de 10 mil a 19.999 alunos o preço é de R$ 150,00. Entidades que respondam por 1 a 9.999 estudantes terão que desembolsar R$ 100,00. Observadores pagam R$ 80,00. Quem tiver a carterinha da UNE 2008 paga metade (R$ 40,00).
A inscrição garante credencial que dá acesso às atividades e ao alojamento que ficará no hotel Fórmula 1, na Avenida Nove de Julho. A alimentação não está inclusa.
Confira a programação do 57º Coneg
Sábado, dia 21
9h – Debate sobre a crise econômica
Prof. Marcio Porchemann
Altamiro Borges
MST
CUT
CTB
CGTB
Marcha Mundial de Mulheres
CMP
Intersindical
UBES
Lançamento de manifesto contra a criminalização dos movimentos sociais
14h – Mesas sobre Educação:
Avaliação e Perspectivas do PNE
Nereide Saviani
ANDES
FASUBRA
ANPG
Dep. Federal (PSOL) Ivan Valente
Conferência Nacional de Educação e o Sistema Nacional Articulado de Educação
Arlindo Cavalcanti (MEC)
Dep. Federal Carlos Abicalil (PT/MT)
CNTE
ANDIFES
CONTEE
PROIFES
Conferência Mundial do Ensino Superior
Ana Lúcia Gazzola
OCLAE – Rennan
Paulo Speler
18h – Grupos de Discussão:
20 h – 4ª reunião de diretoria da UNE
Domingo, dia 22
9h – Início da Plenária Final
9h30 – Ato de lançamento de um fórum de entidades em defesa da educação para atuar na Conferência Nacional e Educação.
do site da UNE
