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	<title>Movimento Mudança &#187; UNE</title>
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		<title>FURB Federal. Prioridade Nacional!</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Oct 2011 23:49:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>babi</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No dia 03 de outubro, no plenário da Câmara de Vereadores de Blumenau, aconteceu a Audiência Pública da Universidade Federal do Vale do Itajaí (PL 7287\2010).
Mais uma vez os estudantes Blumenauenses fecharam as ruas, cerca de 200 pessoas, saindo da FURB e se dirigindo a Câmara de Vereadores para acompanhar a Audiência Pública, que lotou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No dia 03 de outubro, no plenário da Câmara de Vereadores de Blumenau, aconteceu a Audiência Pública da Universidade Federal do Vale do Itajaí (PL 7287\2010).</p>
<p>Mais uma vez os estudantes Blumenauenses fecharam as ruas, cerca de 200 pessoas, saindo da FURB e se dirigindo a Câmara de Vereadores para acompanhar a Audiência Pública, que lotou o plenário da casa. Além disso a Audiência foi transmitida ao vivo pela TVL e por um telão montado em frente a Prefeitura.</p>
<p>Diversas autoridades e organizações estiveram presentes, entre eles o Dep. Federal Pedro Uczai, a Dep. Estadual Ana Paula Lima e o Dep. Estadual Sgt. Soares, vereadores da Cidade de Blumenau e Gaspar, o Sindicato dos Servidores Públicos do Ensino Superior de Blumenau (Sinsepes), OAB,<strong> </strong>Comitê Pró-Federalização da FURB, DCE Univille, além da União Blumenauense dos Estudantes (UBE), a União Catarinense dos estudantes (UCE) e a União Nacional dos Estudantes (UNE).</p>
<p>O tema central da Audiência foi a defesa e a constituição de uma universidade federal no vale do Itajaí, tendo a FURB como um embrião para esse projeto através da federalização dessa instituição, incorporando sua estrutura física, seus estudantes e a cedência de seus servidores.</p>
<p>A UNE esteve presente na Audiência representada pelo seu Diretor Camilo Vanni, que além de manifestar total apoio da UNE a federalizacão da FURB, também falou sobre a democratização do acesso ao ensino público, o equilíbrio do tri-pé ensino, pesquisa e extensão,  a importância das políticas de assistência estudantil e do caráter emancipador da educação!</p>
<p>Segundo Clóvis Reis, coordenador do Comitê Pró-Federalização da Furb, esse é um passo importantíssimo que garantirá a terceira universidade federal em Santa Catarina</p>
<p>A audiência conto com 5 encaminhamentos centrais:</p>
<p>1 &#8211; Aprovar na Comissão de educação e cultura e no legislativo federal o PL 7287/2010 que autoriza o poder executivo a criar a Universidade Federal do Vale do Itajaí a partir da FURB<br />
2 &#8211; Paralelamente fazer a articulação com o MEC para que essa instituição seja implementada o mais rápido possível<br />
3 &#8211; transferência dos estudantes, cedência servidores e cessão de uso do patrimônio da FURB para essa universidade federal<br />
4 &#8211; UFSC é bem vinda a Blumenau, não como um Capus, mas que a UFSC seja a tutora desta nova Universidade. Juntas FURB e UFSC devem construir esse projeto.<br />
5 &#8211; A FURB atual será a sede desta nova Universidade Federal que poderá se tornar multicampi</p>
<p>A UNE que em sua jornada de lutas apresentou essa reivindicação a Presideta Dilma continuará na luta em defesa da FURB federal!</p>
<p><strong><em>Camilo Vanni &#8211;  Diretor de Movimentos Sociais da UNE.</em></strong></p>
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		<title>Realize a sua conferência livre!</title>
		<link>http://mudanca.org.br/2011/07/25/realize-a-sua-conferencia-livre/</link>
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		<pubDate>Mon, 25 Jul 2011 12:20:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucasmolinari</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Este ano é o ano da  II Conferência Nacional de Juventude, todos os jovens do Brasil podem ajudar a construir conferências livres nos espaços em que participam.
Para fazer uma é fácil: organize um debate temático da forma mais democrática e plural possível, junto no mínimo 10 pessoas, tire fotos, preencha um formulário disponível no http://www.juventude.gov.br/ [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este ano é o ano da  II Conferência Nacional de Juventude, todos os jovens do Brasil podem ajudar a construir conferências livres nos espaços em que participam.</p>
<p>Para fazer uma é fácil: organize um debate temático da forma mais democrática e plural possível, junto no mínimo 10 pessoas, tire fotos, preencha um formulário disponível no <a href="http://www.juventude.gov.br/">http://www.juventude.gov.br/</a> e mande para <a href="mailto:conferencia.livre@presidencia.gov.br">conferencia.livre@presidencia.gov.br</a> . Com isso tudo que você debater será discutido no segundo encontro nacional de juventude, em Brasilia no final do ano!</p>
<p>Estas conferências são de extrema importância para o desenvolvimento da nossa juventude, como sociedade civil organizada para contribuir com os rumos de nosso país.</p>
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		<title>DCE da PUC RS Ocupado!!!</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Jun 2011 20:26:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>decko</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Estudantes de oposição ao DCE da PUC RS, a maior universidade privada do RS, estão agora acampados na universidade exigindo democracia e a revisão do processo de credenciamento de chapas para o Congresso da UNE. O edital exigia 52 nomes entre delegados e suplentes, e dentre a documentação necessária, um determinado comprovante de matricula ao [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><a href="http://mudanca.org.br/files/puc.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-2112" title="Ocupação PUCRS" src="http://mudanca.org.br/files/puc-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a>Estudantes de oposição ao DCE da PUC RS, a maior universidade privada do RS, estão agora acampados na universidade exigindo democracia e a revisão do processo de credenciamento de chapas para o Congresso da UNE. O edital exigia 52 nomes entre delegados e suplentes, e dentre a documentação necessária, um determinado comprovante de matricula ao custo de R$7,00 inviabilizando a homologação de outras chapas.</div>
<div></div>
<div>O Movimento Mudança repudia qualquer tentativa de inviabilizar os processos democráticos de participação politica dos estudantes nos seus fóruns.</div>
<div></div>
<div>Estudantes, uni-vos. A UNE somos nós!</div>
<div id="_mcePaste" style="width: 1px;height: 1px;overflow: hidden">
<div>Boa tarde galera</div>
<div></div>
<div>Não tenho conseguido parar em frente ao computador para poder relatar, mas a importancia do tema me faz vir aqui.</div>
<div>No dia 31 foi aberto o processo de eleições para o Conune na maior  universidade privada do RS a PUC, este mesmo que tem em seu DCE uma  máfia a mais de 20 anos. Máfia esta que tem um sofisticado sistema de  manutenção, inciando (antes da existencia do PROUNI) com a distribução  bolsas, ultilização da maquina na eleição de vereadores até suspeita de  assassinato. Faz um bom tempo que eles nao faziam nenhum movimento  &#8220;pró-eleição&#8221;, ainda assim sempre foram &#8220;reconhecidos pela UJS&#8221; tendo  sempre suas atas passadas na mesa de credenciamento e a o reconhecimento  da &#8220;UNE&#8221; (pois a UEE livre não reconhece o DCE da PUC).</div>
<div>Depois de muita pressão no dia 2/06 liberaram o edital, neste  solicitavam a chapa completa para poder ser inscrita, com 52 pessoas  (delegados e suplentes), exigirem um comprovante de matricula  e  Identidade. Entregamos 71 comprovantes, mas eles alegaram que nossos  compronates estavam errados eles queriam um que custa R$7 (pois a puc  tem 7 tipos de comprovante de matricula, um deles é pago) e não  homologaram nossa chapa. Após isso os estudantes de oposição de  revoltaram e ocuparam o DCE e neste momento estaão todos acampados  dentro da puc exigindo a democracia.</div>
<div>
<p>Boa tarde galera</p>
<p>Não tenho conseguido parar em frente ao computador para poder relatar, mas a importancia do tema me faz vir aqui.</p>
<p>No dia 31 foi aberto o processo de eleições para o Conune na maior universidade privada do RS a PUC, este mesmo que tem em seu DCE uma máfia a mais de 20 anos. Máfia esta que tem um sofisticado sistema de manutenção, inciando (antes da existencia do PROUNI) com a distribução bolsas, ultilização da maquina na eleição de vereadores até suspeita de assassinato. Faz um bom tempo que eles nao faziam nenhum movimento &#8220;pró-eleição&#8221;, ainda assim sempre foram &#8220;reconhecidos pela UJS&#8221; tendo sempre suas atas passadas na mesa de credenciamento e a o reconhecimento da &#8220;UNE&#8221; (pois a UEE livre não reconhece o DCE da PUC).</p>
<p>Depois de muita pressão no dia 2/06 liberaram o edital, neste solicitavam a chapa completa para poder ser inscrita, com 52 pessoas (delegados e suplentes), exigirem um comprovante de matricula  e Identidade. Entregamos 71 comprovantes, mas eles alegaram que nossos compronates estavam errados eles queriam um que custa R$7 (pois a puc tem 7 tipos de comprovante de matricula, um deles é pago) e não homologaram nossa chapa. Após isso os estudantes de oposição de revoltaram e ocuparam o DCE e neste momento estaão todos acampados dentro da puc exigindo a democracia.</p>
</div>
</div>
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		<title>Direção do Movimento Mudança se reune com parlamentar da Mensagem ao Partido</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Jun 2011 16:25:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>decko</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Movimento Mudança, junto ao Movimento Ação e Identidade Socialista &#8211; PT, está em agenda com parlamentares da Mensagem ao Partido. Em uma reunião com o Lider da Bancada do PT, Paulo Teixeira, reafirmamos o programa mudancista para a disputa da União Nacional dos Estudantes como uma plataforma sólida e inovadora para os avanços necessários [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_2106" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://mudanca.org.br/files/foto-sml.jpg"><img class="size-medium wp-image-2106" title="foto-sml" src="http://mudanca.org.br/files/foto-sml-300x224.jpg" alt="" width="300" height="224" /></a><p class="wp-caption-text">Direção do Movimento Mudança com o Deputado Paulo Teixeira ao centro</p></div>
<p>O Movimento Mudança, junto ao Movimento Ação e Identidade Socialista &#8211; PT, está em agenda com parlamentares da Mensagem ao Partido. Em uma reunião com o Lider da Bancada do PT, Paulo Teixeira, reafirmamos o programa mudancista para a disputa da União Nacional dos Estudantes como uma plataforma sólida e inovadora para os avanços necessários ao Movimento Estudantil.</p>
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		<title>A Luta é o Tempero do meu Samba!</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Jun 2011 20:49:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>decko</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Estamos a menos de um mês do  52º  Congresso  da  União  Nacional  dos  Estudantes. Fazemos um balanço muito positivo da gestão que passou, em que conseguimos realizar debates e construções importantes para o movimento estudantil, para a UNE e para o Brasil. Realizamos o Iº Seminário de Assistência [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estamos a menos de um mês do  52º  Congresso  da  União  Nacional  dos  Estudantes. Fazemos um balanço muito positivo da gestão que passou, em que conseguimos realizar debates e construções importantes para o movimento estudantil, para a UNE e para o Brasil. Realizamos o Iº Seminário de Assistência Estudantil da UNE, construímos a Jornada de Lutas de norte a sul do Brasil, exigindo 10% do PIB para a educação, dissemos &#8220;Fora Bolsonaro&#8221; em Brasília porque lutamos por uma sociedade livre de preconceito e opressão, participamos em peso do Conselho de Entidades de Base da UNE, fórum que só é realizado por pressão nossa em gestões passadas da UNE, e continuamos com  muita  vontade de  construir  um  movimento  estudantil  cada  vez  mais  participativo  e  democrático  para fortalecer a UNE, que deve estar em contato constante com o dia-a-dia presente nas universidades.</p>
<p>Sabemos  que o  mundo  hoje  vive  grandes  transformações.  O  que  era  utopia no  passado  hoje  se  torna  realidade  na  vida  de  inúmeros  brasileiros  e  brasileiras.  A economia  capitalista  antes  dita  tão  sólida  sofreu  abalos,  demonstrando  que  quem antes dizia ter a solução para tudo, na verdade pouco sabe. Ninguém mais acha que o intelectual diplomado governa melhor que o operário. O amor venceu o ódio! Queriam esconder o pobre, esculachar o negro, difamar o índio e subjugar o operário! E a mulher, se dependesse deles, continuaria na frente do fogão.</p>
<p>Muita coisa avançou, mas queremos mais! Queremos o fim de todas as formas de opressão: na política, na economia, na educação, na história, na moda, na cultura, na arte,  na  ciência  e  no  trabalho.  Já  chega  de  aceitar  desejos  dos  conservadores  como  se fossem  mandamentos  sagrados.  Desde  a  universidade,  a  cidade  ao  país:  queremos  ser parte de tudo, porque o mundo é melhor quando todas as pessoas participam dele.</p>
<p>Queremos  que  o  brilho  dos  olhos  seja  mais  importante  que  a  cor  da  pele,  que a  roupa  que  veste,  que  o  formato  do  corpo,  que  o  título  acadêmico  e  que  a  forma  de dançar!  Queremos  ver  a  universidade  tomada  pelo  colorido  do  povo  brasileiro,  com todo  o  conhecimento  em  suas  mãos  para  fazer  melhor  pela  humanidade.  Queremos que  o  samba  invada  os  palácios,  e  anuncie  com  alegria,  o  fim  desse  velho  mundo  de preconceitos!</p>
<p>E  foi  esse  o  caminho,  que  nós  decidimos  construir:  o  da  solidariedade,  da liberdade e da luta. Somos o maior exemplo de alegria, solidariedade e de determinação: somos  do  Movimento  Mudança  e  não podemos vacilar. Precisamos nos dedicar ao máximo nesses últimos dias que serão decisivos para os próximos dois anos da UNE! Precisamos estar juntos e unidos, porque não queremos esperar mais dois anos para voltar ao centro político do Movimento Estudantil. Esse é o momento fazermos a hora e não esperarmos acontecer, vamos levar aos estudantes um só grito: &#8220;A Luta é o Tempero do meu Samba&#8221;!</p>
<p><em>Camila Moreno e Camilo Vanni são militantes do Movimento Estudantil e membros da Direção Nacional do Movimento Mudança.</em></p>
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		<title>Um breve relato sobre a história, o Brasil, os Movimentos Sociais e alguns desafios do Movimento Estudantil.</title>
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		<pubDate>Thu, 12 May 2011 01:14:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>decko</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A  história dos Movimentos Sociais no Brasil, inclusive o Movimento  Estudantil, é marcada pelos grandes embates feitos aos governos  autoritários, sobretudo na luta pela liberdade e democracia. A década de  70 e boa parte da década de 80 servem para todos nós como inspiração no  que diz respeito à ideologia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A  história dos Movimentos Sociais no Brasil, inclusive o Movimento  Estudantil, é marcada pelos grandes embates feitos aos governos  autoritários, sobretudo na luta pela liberdade e democracia. A década de  70 e boa parte da década de 80 servem para todos nós como inspiração no  que diz respeito à ideologia que movia mentes e corações. Entender o  significado dos movimentos sociais na história do Brasil, na  consolidação da democracia e na garantia de várias das liberdades que  gozamos hoje é preceito fundamental para compreender os efeitos e  sintomas que vive o movimento nos dias de hoje.</p>
<p>Essa  movimentação pró-liberdades individuais e coletivas que teve uma  característica de resistência fez com que fossemos todos forjados nas  lutas antissistemas que se organizavam a partir dos imperativos  negativos aos governos que se sucediam.</p>
<p>O  Brasil dos anos 90, auge do Neoliberalismo, influenciado diretamente  pela dupla dinâmica Ronald Reagan e Margareth Thatcher foi berço das  lutas contra os governos FHC, os desmandos do senhor Paulo Renato na  educação brasileira, do sucateamento de todos os aparelhos estatais, das  privatarias, do desrespeito aos trabalhadores e as trabalhadoras do  Brasil e de todos os traços básicos de um governo que não dialogava com  os movimentos sociais, pois estava ao lado das elites brasileiras e  internacionais em nome do capital privado, sem levar em consideração o  povo que vivia a margem da “democracia” então vivida.</p>
<p>O  Movimento Social começa a viver um paradoxo de difícil compreensão: A  luta de algumas décadas em nome da democracia e quando ela chega, os  governos “democraticamente” eleitos não são governos que tem em seu DNA a  classe trabalhadora, a integração latino americana e as minorias  organizadas ou não. Ora, passamos tanto tempo lutando contra a ditadura e  quando alcançamos a democracia o povo não está na pauta do dia!  Não  precisaria nenhum exercício de numerologia para saber que  necessariamente o movimento se organizaria mais para que não houvesse  nenhum tipo de retrocesso, pois apesar dos pesares, todas as analises  eram consensuais sobre os avanços de se lutar num regime democrático e  os avanços que o movimento conquistara.</p>
<p>A  luta dos(as) trabalhadores(as) no grande período de massas que houve no  Brasil, fez com que os movimentos avançassem e se organizassem no  acúmulo de suas pautas e nas vitorias que a luta ia impondo ao  capitalismo.</p>
<p>Em  2002 o produto de toda essa equação da luta dos trabalhadores durante  tantos anos é a vitória do primeiro trabalhador operário a Presidência  da República. Luiz Inácio LULA da Silva, após décadas nos movimentos  sociais organizados, chega ao mais alto posto do executivo brasileiro em  um processo eleitoral sangrento, disputado até o último voto.</p>
<p>Com  todas as suas limitações, o Governo LULA foi comparativamente o melhor  governo que os movimentos sociais presenciaram em toda história do  Brasil, sobretudo na negociação com os e no encaminhamento de suas  pautas.</p>
<p>Talvez  a característica que defina melhor o Governo Lula do ponto de vista dos  movimentos sociais seja a constante disputa que ele viveu durante os  oito anos de seu mandato. Essa disputa foi nítida, com um fator  agravante que era a coalisão que compunha o Governo Lula, diversos  partidos de orientações ideológicas diferentes disputando um rumo para o  Brasil. De um lado o Governo era disputado pelo poder econômico, pelo  poder político no judiciário, no executivo e legislativo, pelo PIG  (Partido da Imprensa Golpista) e todas as ferramentas que o centro  clandestino que transita entre o poder no Brasil possui. Do outro lado  os movimentos sociais, que disputaram o governo a partir das ruas  reivindicando suas pautas e suas reformas democráticas e populares.</p>
<p>É  preciso afirmar que o movimento social sofre uma drástica queda a  partir do Governo Lula, mas é preciso analisar o processo todo para não  correr o risco de elencar culpados sem antes saber das causas e reflexos  deste processo.  O Governo Lula é resultado da enorme onda  da luta de massas organizada pelos movimentos sociais no Brasil,  enquanto a onda avançou, o movimento social se organizou, pautou  política e conseguiu fazer grandes mobilizações no Brasil. Com a vitória  de Lula, os movimentos sociais no Brasil passam se organizar a partir  de pautas afirmativas, pois era um novo momento na democracia  brasileira.</p>
<p>A  partir desse giro na movimentação política dos movimentos sociais e do  giro de vários companheiros que assumem pautas estratégicas no Governo,  ocorre um novo momento para os movimentos sociais organizados. Antes,  mesmo com grandes mobilizações em que milhares de trabalhadores iam às  ruas, o Governo não recebia o movimento, não estava no mesmo patamar de  diálogo e tratava as mobilizações com o aparelho repressor do Estado. A  partir do Governo Lula, os movimentos não só estabelecem um novo nível  de diálogo, como também veem suas pautas sendo encaminhadas pelo Governo  Federal.</p>
<p>Um  movimento revolucionário normalmente vem de condições adversas, pois  dos piores períodos é que nasce as grandes mobilizações, fruto da  angústia e da falta de condições básicas para o povo sobreviver. Em  Cuba, Fidel organizou-se contra o ditador Fulgêncio Batista, na URSS  Lênin se organiza contra o Czarismo, o Vietnã há uma organização contra o  Governo que deixava o povo à fome, os Sandinistas contra a ditadura na  Nicarágua e vários outros processos reafirmam que os movimentos  revolucionários de ruptura com o unilateral com o Estado Capitalista, a  priori, vêm de períodos de extrema dificuldade do povo. Dizer isso não é  o mesmo que dizer que o povo apenas se organiza quando lhe é imposto um  momento de duras necessidades, mas compreender que o movimento tem  dinâmicas cíclicas que são orientadas pela conjuntura política de seu  país. Vivemos longe de uma Sociedade Socialista que não traga em seu  âmago disparidades econômicas e que respeite a democracia, o meio  ambiente, os negros, as negras, as mulheres, as LGBTT, o movimento  estudantil e que cumpra todos os outros critérios da sociedade que  acreditamos ser ideal, mas ao mesmo tempo, entendemos a transição do  modelo neoliberal imperialista para o modelo da Democracia Popular  Participativa e de integração latino-americana como um período de grande  avanço na história do Brasil e isso sem dúvida é condição melhor do que  as vividas no Brasil que ficou para trás.</p>
<p>Num  período de transição positiva, onde o Brasil consegue aliar  crescimento, democracia, participação popular e conseguir destaque  mundial na política e na economia, o movimento social passa a agir de  outra forma, qual seja de pautar o Governo a partir de mobilizações  pontuais e da apresentação de propostas agora recebidas. Os grandes  embates vêm dos momentos em que o diálogo é esvaziado, onde há diálogo, o  embate não é a principal ferramenta.</p>
<p>Praticamente  a mesma coalisão que elege e reelege Lula, coloca pela primeira vez na  história do Brasil uma mulher trabalhadora na Presidência da República.  Os desafios desse novo Governo do ponto de vista administrativos são  diferentes, pois Dilma assume a herança de oito anos de governo Lula,  que sem dúvida foram muito melhores do que os oito anos de governo FHC,  mas para os Movimentos Sociais, as tarefas são as mesmas: Disputar o  Governo através das ruas com toda autonomia que o movimento social  precisa para pautar suas lutas, avançar nas pautas e nas reformas  democráticas e populares, garantir que não haja nenhum retrocesso e  estabelecer uma plataforma máxima de avanços para o Brasil.</p>
<p>No  movimento estudantil não é diferente, avançamos muito nas conquistas no  último período, mas não chegamos nem perto dos nossos objetivos de  universalizar o acesso à educação pública, gratuita e de qualidade, além  de garantir condições de permanências à tod@s  @s estudantes nas Instituições de Ensino Superior do Brasil.</p>
<p>Para  isso é necessário que o Movimento Estudantil se fortaleça. Precisamos  que nossas entidades Estaduais de Representação (UEE’s) e principalmente  a UNE (União Nacional dos Estudantes) se consolidem cada vez mais como o  grande palco do debate sobre educação no Brasil. São essas entidades  que irão dar capilaridade para todas as lutas dos Estados e do país, por  isso é preciso entender o caráter estratégico de fortalecê-las.  Qualquer tentativa de rompimento com a UNE significa fortalecer os  setores divisionistas e/ou conservadores da sociedade.</p>
<p>Fortalecer  a UNE é uma tarefa de todo movimento estudantil brasileiro, por isso  ela precisa ter legitimidade perante toda comunidade estudantil, isso  nós só vamos conseguir quando a UNE estiver presente em todas as  universidades. Mas em todas as universidades? Sim. Ter a UNE presente na  sua instituição de ensino significa ter o CA/DA do seu curso  organizado, um DCE verdadeiramente representativo e compromissado com os  estudantes.</p>
<p>Enquanto  as entidades da base não fizerem de fato parte do dia-a-dia dos(as)  estudantes não teremos nem as UEE’s muito menos as UNE com propriedade  para falar em nome dos estudantes de todo Brasil. Construir Centros  Acadêmicos e Diretórios Acadêmicos é fundamental para o fortalecimento  da UNE.</p>
<p>O  modelo organizacional da UNE ainda apresenta algumas arestas que  precisamos sanar. Uma delas é fortalecer cada vez mais os Congressos  Nacionais de Entidades de Base (CONEB’s) e os Congressos Nacionais de  Entidades Gerais (CONEG’s). São esses fóruns que trazem o acúmulo das  lutas travadas em cada Instituição de Ensino Superior. Ademais, esses  fóruns deliberam toda a política da entidade e por isso as decisões que  são deliberadas nestes congressos, precisam ser respeitadas e  implementadas na vida real da entidade. Os fóruns precisam ser  respeitados em sua gênese, pois o movimento estudantil é feito em cada  CA e em todos os DCE’s, se a luta não é organizada a partir do embrião  organizacional, provavelmente ela não será respeitada nos demais  espaços.  Garantir espaços com debates mais qualificados e  comprometidos com o movimento estudantil, sobretudo respeitando cada  deliberação e cada encaminhamento é uma das tarefas fundamentais do  movimento estudantil.</p>
<p>Precisamos  rever o modelo das plenárias finais e dos grupos de discussão. Discutir  nos grupos e não ter uma sistematização de cada discussão é um  desrespeito com os estudantes, a discussão é importante, mas a síntese  das idéias é mais ainda. Parafraseando Marx: “De que valem as boas  ideias sem boas pessoas que as coloquem em prática?”.</p>
<p>Cada  vez mais é importante fortalecer nossas entidades. Práticas como  organizar debates, passar em sala de aula, organizar eventos são  fundamentais para que os estudantes identifiquem essas organizações como  seus verdadeiros representantes!</p>
<p>Entre  as dificuldades organizacionais a serem sanadas está o modelo do  Congresso da UNE, este deve ter como papel central formular a política  da gestão. Fazer o congresso para eleger a diretoria é esvaziar o debate  político e priorizar os acordos entre as direções. Acreditamos que a  partir do momento que os estudantes elegerem com voto direto em cada  universidade eles se sentirão cada vez mais parte da UNE.  Inclusive  a dinâmica das eleições diretas é muito mais simples: quando o  estudante for eleger o delegado ele já vota na chapa da diretoria da  UNE. Ora, se o delegado já é convencido por uma tese no processo de  tiragem de delegados, necessariamente ele é convencido a caminhar  politicamente com uma chapa e se essas afirmações estão corretas,  submeter o voto do delegado para outro processo eleitoral é subverter o  caráter democrático do processo, pois remete a outro momento o debate  que está sendo feito na base do movimento estudantil, no berço de toda  discussão, na sala de aula e no dia a dia da luta real.</p>
<p>Entender  a história do Brasil, onde nos encaixamos individualmente e onde  estamos coletivamente é um exercício complexo, como também é complexo o  movimento de caminhar sempre em frente.</p>
<p>Permanecemos Mudança em Movimento, da história, das mentes e dos corações.</p>
<p><em>*Camilo Vanni é da Direção Nacional do Movimento Mudança e Secretário Geral da União Paranaense dos Estudantes (UPE)</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em> **Vinícius Lima é do Movimento de Ação e Identidade Socialista &#8211; Partido dos Trabalhadores<br />
</em></p>
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		<title>Articulações pelas emendas ao PNE</title>
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		<pubDate>Thu, 05 May 2011 20:22:14 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[No último dia 05 de Maio de 2011,  A UNE e a UBES foram ao Congresso Nacional cobrar dos parlamentares que as 59 emendas ao Plano Nacional de Educação feitas pelos estudantes, sejam incorporadas ao PNE e construídas no congresso.
Num dado momento, nossa Direção de Relações Institucionais, fez a entrega do cartaz da Campanha [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_2073" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://mudanca.org.br/files/DSC00345.jpg"><img class="size-medium wp-image-2073" title="DSC00345Pedro Teixeira e Dep. Arthur Bruno" src="http://mudanca.org.br/files/DSC00345-300x225.jpg" alt="Dep. Arthur Bruno PT/CE e Relações Institucionais do Mov. Mudança, Pedro Teixeira" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Dep. Arthur Bruno do PT-CE e Direção de Relações Institucionais do Mov. Mudança, Pedro Teixeira</p></div>
<p>No último dia 05 de Maio de 2011,  A UNE e a UBES foram ao Congresso Nacional cobrar dos parlamentares que as 59 emendas ao Plano Nacional de Educação feitas pelos estudantes, sejam incorporadas ao PNE e construídas no congresso.</p>
<p>Num dado momento, nossa Direção de Relações Institucionais, fez a entrega do cartaz da Campanha de 50% do fundo social do pré-sal e de 10% do PIB pra educação aos Deputados Artur Bruno – PT/CE, Dep. Newton Lima – PT/SP.</p>
<p>De imediato os dois parlamentares se comprometeram a estar junto com os estudantes e o Movimento Mudança nesta luta.</p>
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		<title>Convocação do 52º Congresso da União Nacional dos Estudantes</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Apr 2011 05:16:41 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Reunidos na “cidade dos mil povos”, lideranças estudantis de todo o país honram a tradição democrática e combativa da UNE neste 59º Conselho Nacional de Entidades Gerais, ao aprofundar o debate sobre as políticas e estratégias de ação que vão orientar a luta do movimento estudantil brasileiro por uma Educação de qualidade e por um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Reunidos na “cidade dos mil povos”, lideranças estudantis de todo o país honram a tradição democrática e combativa da UNE neste 59º Conselho Nacional de Entidades Gerais, ao aprofundar o debate sobre as políticas e estratégias de ação que vão orientar a luta do movimento estudantil brasileiro por uma Educação de qualidade e por um Brasil mais justo e desenvolvido. Nesta ocasião mais de 500 Diretórios Centrais, Uniões Estaduais de Estudantes e Federações ou Executivas de Curso convocam os mais de 6,5 milhões de universitários que estudam no território nacional a construir em todos os cantos de nosso imenso país o 52º Congresso da história de quase 74 anos de luta da União Nacional dos Estudantes, que será realizado na bela cidade de Goiânia.</p>
<p>Este congresso acontece em um momento de efervescência dos povos do mundo em enfrentamento aos impactos da crise em todo planeta. A crise econômica eclodida em 2008 é elemento decisivo para a compreensão dos caminhos que o Brasil e o mundo trilharão nesta década recém aberta e aponta para o esgotamento do projeto neoliberal baseado na supervalorização da especulação financeira e para a afirmação do desenvolvimento sustentável e soberano das nações como melhor receita para garantir os interesses da maioria de suas populações. Ainda, as guerras que a política belicista que os EUA e as principais potências européias patrocinam no Afeganistão, no Iraque, no Paquistão, na Costa do Marfim, e recentemente na Líbia expressam a face mais cruel de um capitalismo decadente que depende de agressões militares e banhos de sangue para conquistar novas fontes de energia e novos mercados.</p>
<p>A América Latina, ao contrário, segue uma proposta mais determinada, altiva e soberana. O Brasil caminha nessa tendência. Nos últimos oito anos o país viu voltou a valorizar o Estado num esforço de articular diversas políticas com o objetivo de democratizar a renda e o acesso à educação, saúde e cidadania. Mas isso ainda é pouco e a juventude brasileira não se intimida com o tamanho do desafio que vê pela frente afirmando em alto e bom som: Queremos MAIS!</p>
<p>Se é verdade que nos últimos oito anos o país melhorou muito as condições de vida de seu povo, devemos ter a lucidez de perceber que o Brasil em que vivemos está muito distante do Brasil com o qual sonhamos. O país ainda convive com uma massa de milhões de analfabetos. Persiste um sistema de ensino básico e médio excludente que a cada ano desperdiça milhares do jovens em seus altos índices de evasão. O déficit estrutural se torna mais claro no Ensino Superior. Apenas 13,9% dos jovens entre 18 a 24 anos frequentam um curso superior no Brasil. Não obstante, apesar do expressivo aumento de vagas públicas criadas no último período, proporcionalmente, a participação pública no total de matrículas no ensino superior não vem melhorando, reduzindo de 30,2% em 2002 para apenas 25,1% em 2008, um sintoma claro do avanço no contexto de desregulamentação do Ensino Superior Privado. Todavia, cabe registrar, que no último período observa-se uma inversão gradual dessa lógica. Isso pode ser observado em iniciativas como a construção de 141 novas escolas técnicas e 11 novas IFES já mencionadas. Observam-se também em outras ações como o piso nacional do magistério, a ampliação nos recursos do FUNDEB e a instituição do Ensino Básico de nove anos. Ainda, iniciativas como ampliação de vagas nas universidades já existentes , bem como a adoção de políticas afirmativas de reparação racial, têm contribuído para a diminuição dos muros que cercam as universidades no país.</p>
<p>Não obstante, esta em curso no Congresso Nacional o novo Plano Nacional de Educação. Fruto do debate da Conferência Nacional de Educação este documento indicará parâmetros e perspectivas para os próximos dez anos de políticas educacionais no país. Portanto consiste em uma oportunidade para construir um projeto estruturante que supere as limitações históricas da Educação brasileira, firmado em uma plataforma de um Sistema Nacional Articulado de Educação. Plataforma esta que tenha a Universidade PÚBLICA no centro da transformação da Educação no Brasil. Nesse processo, a UNE lançou em 2009 o seu Projeto de Reforma Universitária – PL 5175/09, fruto de debate e mobilização de centenas de milhares de estudantes e entidades estudantis.  Derivado deste documento, apresentou no inicio deste ano 59 emendas ao projeto de plano em tramitação e foi as ruas em mais de vinte capitais na Jornada de Lutas 2011.</p>
<p>O fez por entender que está na ordem do dia de radicalizar a democratização da Universidade Brasileira. Isso compreende elevar os investimentos a outro patamar com a aplicação dos 10 bilhões adicionados ao orçamento do MEC com o fim da DRU, da destinação de 50% do Fundo Social do Pré-Sal e 10% do PIB ao financiamento da Educação no país. Passa também pela consolidação da participação da comunidade acadêmica nas decisões na Universidade através de eleição direta pra reitor, co-gestão com participação paritária dos segmentos (estudantes, professores e servidores) nas diversas esferas e garantia de livre organização estudantil e sindical. Compreende radicalizar o acesso e à universidade e permanência nesta através do alcance da meta de 50% de oferta de vagas públicas no ensino superior até 2020 e do fim do vestibular com a instituição de um novo método de seleção nacional mais democrático superando a lógica da falsa meritocracia. Compreende na reestruturação acadêmica que rompa com o regime de departamentos da reforma MEC/USAID e possibilite maior interação e interdisciplinaridade, possibilite uma universidade mais científica e critica, com o aperfeiçoamento do sistema de pesquisa na graduação e pós-graduação associado ao desenvolvimento produtivo e tecnológico de cada região, enfrentando a fuga de cérebros. Passou o tempo em que os jovens brasileiros eram enviados a se formar no estrangeiro, o Brasil tem potencial para produzir conhecimento soberano vinculado aos interesses de seu desenvolvimento. Uma reestruturação acadêmica que engaje a universidade no processo de superação das profundas contradições de nossa sociedade e resgate o caráter de espaço de promoção da cultura e das artes. Compreende o controle público sobre o ensino privado, materializado na regulamentação desse setor, no acompanhamento dos reajustes de mensalidades, no combate a mercantilização e desnacionalização, com o veto de participação do capital estrangeiro nas IES, a fiscalização da qualidade do ensino nas instituições privadas e na garantia da sua democracia interna.</p>
<p>É nesse contexto que se insere o 52º Congresso da UNE. O movimento estudantil brasileiro tem a tarefa de mobilizar milhões de estudantes no país para a disputa do novo Plano Nacional de Educação. Ou seja, levar a cada sala de aula o debate de uma universidade antenada com os desafios do nosso tempo. É hora de arregaçar as mangas, construir grandes debates mobilizações por todo o país, iniciando a década com os pés firmes na luta e os olhos vislumbrando o grandioso futuro que nos aguarda.</p>
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		<title>Etapa Estadual do Seminário de Assistência Estudantil abre jornada de Lutas da UNE e UBES na PB</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Apr 2011 19:16:31 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[No ultimo dia 22 de março, estudantes paraiban@s se reuniram  em João Pessoa para o lançamento da jornada de Lutas da UNE e UBES de 2011 na PB. Tratava-se da etapa estadual do I Seminário de Assistência Estudantil da UNE, que reunia entre seus participantes mais de uma dúzia de cursos; cinco instituições de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No ultimo dia 22 de março, estudantes paraiban@s se reuniram  em João Pessoa para o lançamento da jornada de Lutas da UNE e UBES de 2011 na PB. Tratava-se da etapa estadual do I Seminário de Assistência Estudantil da UNE, que reunia entre seus participantes mais de uma dúzia de cursos; cinco instituições de Ensino Superior (três públicas e duas privadas); AESP Coordenações da Casa do Estudante, da Residência Universitária Masculina e Feminina da UFPB, da Residência Feminina do Centro de João Pessoa, da UFPB; DCEs da UFPB, UEPB, IFPB e CAs/ DAs   da FCM e FMNassau, além da UNE e da UBES.</p>
<p>Toda essa turma se reuniu com o intuito de discutir uma proposta de intervenção unificada no estado para a pauta de lutas que envolve a Assistência Estudantil na Paraíba. Antes de um acordo, foi uma troca de experiências entre as realidades existentes no estado. Desde o problemas com a Pró-reitoria de Assistência Estudantil da UFPB, que só existe no decreto e na pessoa desse pró-reitor, passando pelas experiências positivas que a UEPB conseguiu com seu seminário interno sobre a pauta, fruto esse de deliberação de seu congresso interno, até os avanços na política do PNAES no que diz respeito aos/às estudantes prounistas, agora também beneficiados pela assistência no universo das privadas.</p>
<p>Para além das etapas estaduais e nacional, fica uma vontade de lutar. Por isso é consenso a necessidade de um Comitê de Lutas pela Assistência Estudantil na Paraíba, encarregado de se articular através de um documento para ser enviado à etapa nacional do Seminário de Assistência Estudantil da UNE, e traçar um plano de ações para as intervenções nas IES paraibanas.</p>
<p>Essa vontade se traduz naquilo que o comitê tem a falar pelo estado: A gente não quer só entrar, a gente quer entrar e ter como ficar! Queremos garantias de permanência, para além dos avanços que já temos com o acesso a universidade!</p>
<p>*João  Jales é estudante Ciências Sociais, membro do DCE-UFPB e militante do Movimento Mudança na PB.</p>
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		<title>Movimento Mudança convoca para o ato #ForaBolsonaro</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Apr 2011 18:16:30 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Foi de grande repercussão a aparição do Deputado Federal Jair Bolsonaro no CQC, em que, além de defender a Ditadura Militar e a tortura, foi homofóbico, xenófobo,  e racista!
O vídeo pra quem não viu:
http://www.youtube.com/watch?v=sGkD49guFVI
Jair Bolsonaro, cometeu um crime, ao dar essas declarações e não pode ficar impune!
Nós, do Movimento Mudança, que queremos uma sociedade livre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Foi de grande repercussão a aparição do Deputado Federal Jair Bolsonaro no CQC, em que, além de defender a Ditadura Militar e a tortura, foi homofóbico, xenófobo,  e racista!</p>
<p>O vídeo pra quem não viu:</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=sGkD49guFVI">http://www.youtube.com/watch?v=sGkD49guFVI</a><br />
Jair Bolsonaro, cometeu um crime, ao dar essas declarações e não pode ficar impune!</p>
<p>Nós, do Movimento Mudança, que queremos uma sociedade livre de homofobia e racismo, devemos e vamos, dar uma resposta a sociedade! Vamos nos organizar par pressionar os parlamentares pela cassação desse fascista, porque o seu lugar não é na casa de representação do povo!</p>
<p>Propusemos um ato e o conjunto das forças políticas que compõe a UNE!<br />
Faremos um mobilização, no dia 06 de abril, ás 9h, na Comissão de Direitos Humanos!<br />
Vamos pressionar, fazer barulho e pedir apoio dos deputados para o: FORA BOLSONARO! Vários parlamentares, entre eles a <a href="http://twitter.com/deputadamanuela/status/53543445788246016" target="_blank">Deputada Manuela d&#8217;Ávila(PCdoB-RS)</a> e o Deputado <a href="http://twitter.com/brizola_neto/status/53546403485597696" target="_blank">Brizola Neto(PDT-RJ)</a>, estão reproduzindo o chamado do ato nas redes sociais. Ajude utilizando a hashtag <a href="http://search.twitter.com/search?q=%23ForaBolsonaro" target="_blank">#ForaBolsonaro</a></p>
<p>O que: <strong>Mobilização pela cassação do mandato do Bolsonaro!<br />
</strong>Onde: <strong>Brasília, na Câmara dos Deputdos.</strong><br />
Quando: <strong>Quarta-feira, dia 06 de abril.<br />
</strong>Que horas: <strong>9h.</strong><br />
Saudações de muita luta e #ForaBolsonaro!</p>
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