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	<title>Movimento Mudança &#187; Universidade</title>
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		<title>A Luta é o Tempero do meu Samba!</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Jun 2011 20:49:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>decko</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Estamos a menos de um mês do  52º  Congresso  da  União  Nacional  dos  Estudantes. Fazemos um balanço muito positivo da gestão que passou, em que conseguimos realizar debates e construções importantes para o movimento estudantil, para a UNE e para o Brasil. Realizamos o Iº Seminário de Assistência [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estamos a menos de um mês do  52º  Congresso  da  União  Nacional  dos  Estudantes. Fazemos um balanço muito positivo da gestão que passou, em que conseguimos realizar debates e construções importantes para o movimento estudantil, para a UNE e para o Brasil. Realizamos o Iº Seminário de Assistência Estudantil da UNE, construímos a Jornada de Lutas de norte a sul do Brasil, exigindo 10% do PIB para a educação, dissemos &#8220;Fora Bolsonaro&#8221; em Brasília porque lutamos por uma sociedade livre de preconceito e opressão, participamos em peso do Conselho de Entidades de Base da UNE, fórum que só é realizado por pressão nossa em gestões passadas da UNE, e continuamos com  muita  vontade de  construir  um  movimento  estudantil  cada  vez  mais  participativo  e  democrático  para fortalecer a UNE, que deve estar em contato constante com o dia-a-dia presente nas universidades.</p>
<p>Sabemos  que o  mundo  hoje  vive  grandes  transformações.  O  que  era  utopia no  passado  hoje  se  torna  realidade  na  vida  de  inúmeros  brasileiros  e  brasileiras.  A economia  capitalista  antes  dita  tão  sólida  sofreu  abalos,  demonstrando  que  quem antes dizia ter a solução para tudo, na verdade pouco sabe. Ninguém mais acha que o intelectual diplomado governa melhor que o operário. O amor venceu o ódio! Queriam esconder o pobre, esculachar o negro, difamar o índio e subjugar o operário! E a mulher, se dependesse deles, continuaria na frente do fogão.</p>
<p>Muita coisa avançou, mas queremos mais! Queremos o fim de todas as formas de opressão: na política, na economia, na educação, na história, na moda, na cultura, na arte,  na  ciência  e  no  trabalho.  Já  chega  de  aceitar  desejos  dos  conservadores  como  se fossem  mandamentos  sagrados.  Desde  a  universidade,  a  cidade  ao  país:  queremos  ser parte de tudo, porque o mundo é melhor quando todas as pessoas participam dele.</p>
<p>Queremos  que  o  brilho  dos  olhos  seja  mais  importante  que  a  cor  da  pele,  que a  roupa  que  veste,  que  o  formato  do  corpo,  que  o  título  acadêmico  e  que  a  forma  de dançar!  Queremos  ver  a  universidade  tomada  pelo  colorido  do  povo  brasileiro,  com todo  o  conhecimento  em  suas  mãos  para  fazer  melhor  pela  humanidade.  Queremos que  o  samba  invada  os  palácios,  e  anuncie  com  alegria,  o  fim  desse  velho  mundo  de preconceitos!</p>
<p>E  foi  esse  o  caminho,  que  nós  decidimos  construir:  o  da  solidariedade,  da liberdade e da luta. Somos o maior exemplo de alegria, solidariedade e de determinação: somos  do  Movimento  Mudança  e  não podemos vacilar. Precisamos nos dedicar ao máximo nesses últimos dias que serão decisivos para os próximos dois anos da UNE! Precisamos estar juntos e unidos, porque não queremos esperar mais dois anos para voltar ao centro político do Movimento Estudantil. Esse é o momento fazermos a hora e não esperarmos acontecer, vamos levar aos estudantes um só grito: &#8220;A Luta é o Tempero do meu Samba&#8221;!</p>
<p><em>Camila Moreno e Camilo Vanni são militantes do Movimento Estudantil e membros da Direção Nacional do Movimento Mudança.</em></p>
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		<title>Etapa Estadual do Seminário de Assistência Estudantil abre jornada de Lutas da UNE e UBES na PB</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Apr 2011 19:16:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>bozoh</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No ultimo dia 22 de março, estudantes paraiban@s se reuniram  em João Pessoa para o lançamento da jornada de Lutas da UNE e UBES de 2011 na PB. Tratava-se da etapa estadual do I Seminário de Assistência Estudantil da UNE, que reunia entre seus participantes mais de uma dúzia de cursos; cinco instituições de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No ultimo dia 22 de março, estudantes paraiban@s se reuniram  em João Pessoa para o lançamento da jornada de Lutas da UNE e UBES de 2011 na PB. Tratava-se da etapa estadual do I Seminário de Assistência Estudantil da UNE, que reunia entre seus participantes mais de uma dúzia de cursos; cinco instituições de Ensino Superior (três públicas e duas privadas); AESP Coordenações da Casa do Estudante, da Residência Universitária Masculina e Feminina da UFPB, da Residência Feminina do Centro de João Pessoa, da UFPB; DCEs da UFPB, UEPB, IFPB e CAs/ DAs   da FCM e FMNassau, além da UNE e da UBES.</p>
<p>Toda essa turma se reuniu com o intuito de discutir uma proposta de intervenção unificada no estado para a pauta de lutas que envolve a Assistência Estudantil na Paraíba. Antes de um acordo, foi uma troca de experiências entre as realidades existentes no estado. Desde o problemas com a Pró-reitoria de Assistência Estudantil da UFPB, que só existe no decreto e na pessoa desse pró-reitor, passando pelas experiências positivas que a UEPB conseguiu com seu seminário interno sobre a pauta, fruto esse de deliberação de seu congresso interno, até os avanços na política do PNAES no que diz respeito aos/às estudantes prounistas, agora também beneficiados pela assistência no universo das privadas.</p>
<p>Para além das etapas estaduais e nacional, fica uma vontade de lutar. Por isso é consenso a necessidade de um Comitê de Lutas pela Assistência Estudantil na Paraíba, encarregado de se articular através de um documento para ser enviado à etapa nacional do Seminário de Assistência Estudantil da UNE, e traçar um plano de ações para as intervenções nas IES paraibanas.</p>
<p>Essa vontade se traduz naquilo que o comitê tem a falar pelo estado: A gente não quer só entrar, a gente quer entrar e ter como ficar! Queremos garantias de permanência, para além dos avanços que já temos com o acesso a universidade!</p>
<p>*João  Jales é estudante Ciências Sociais, membro do DCE-UFPB e militante do Movimento Mudança na PB.</p>
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		<title>1º Seminário de Assistência Estudantil da UNE &#8211; Localização</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Mar 2011 19:10:12 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Você já deve ter lido a nossa convocação para o 1º Seminário de Assistência Estudantil da UNE, não?
Se ainda não, não perca tempo! Agende uma discussão com seu centro academico e DCE e participe da construção. É de suma importancia a participação de todos os estudantes, para uma melhoria real nas politicas de perminencia dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Você já deve ter lido a nossa convocação para o <a href="http://mudanca.org.br/2011/02/10/convocatoria-do-i-seminario-de-assistencia-estudantil-da-une/">1º Seminário de Assistência Estudantil da UNE</a>, não?</p>
<p>Se ainda não, não perca tempo! Agende uma discussão com seu centro academico e DCE e participe da construção. É de suma importancia a participação de todos os estudantes, para uma melhoria real nas politicas de perminencia dos estudantes dentro da universidade.<br />
Se você é um cara antenado e já organizou os debates, prepare-se para participar da etapa nacional do debate, em São Paulo, durante o CONEG, no dia 08 de Abril.<br />
Para saber como chegar lá, clique <a href="http://maps.google.com/maps?f=d&amp;source=s_d&amp;saddr=Metr%C3%B4+Para%C3%ADso&amp;daddr=R.+Vergueiro,+1211+-+Liberdade,+S%C3%A3o+Paulo,+01504-001,+Brasil+(UNIP+Para%C3%ADso)&amp;hl=pt-BR&amp;geocode=FVxGmP4dWVI4_SntaI0WmlnOlDERTOM4PkNOfg%3BFUtPmP4dwVQ4_SG9nUyEEPhazQ&amp;mra=pd&amp;sll=-23.575531,-46.649036&amp;sspn=0.087163,0.110378&amp;ie=UTF8&amp;t=h&amp;z=18" target="_blank">aqui!</a></p>
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		<title>Pelo fim das calouradas machistas!</title>
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		<pubDate>Sat, 19 Feb 2011 00:35:52 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Inicia-se agora mais um período letivo na maioria das universidades do país e conjuntamente com a volta ás aulas, as entidades estudantis presentes nas diversas universidades e cursos, começam a planejar a tão esperada recepção de calouros.
Trata-se de um momento que deve servir para integração entre veteranos e calouros, para que os novatos na universidade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Inicia-se agora mais um período letivo na maioria das universidades do país e conjuntamente com a volta ás aulas, as entidades estudantis presentes nas diversas universidades e cursos, começam a planejar a tão esperada recepção de calouros.</p>
<p>Trata-se de um momento que deve servir para integração entre veteranos e calouros, para que os novatos na universidade se sintam a vontade entre os outros estudantes. Shows, cervejadas, palestras, passagens em sala, visitas pelo campus, festas e trotes solidários como doação de alimentos e de sangue, estão inclusos nas atividades preparadas para recepcionar os novos estudantes.</p>
<p>Acontece que esse, que poderia e deveria ser um momento de transformação e integração, torna-se muitas vezes, mais um espaço de perpetuação do machismo presente na sociedade. Mulheres são humilhadas em trotes violentos e opressores, cartazes que expõe mulheres semi-nuas mercantilizam o corpo feminino e ainda reafirmam o padrão de beleza imposto pela grande mídia.</p>
<p>O combate às calouradas machistas deve ser uma luta de entidades estudantis, mulheres e homens que querem fazer da universidade um espaço emancipador e transformador, que acreditam que a educação deva servir à extinção de todas as opressões da sociedade.</p>
<p>As entidades estudantis devem protagonizar o combate ao machismo, realizando festas que promovam a real integração entre os estudantes, seminários que incorporem o debate de gênero e lutem por uma educação emancipadora, livre de opressões!</p>
<p><strong>Camila Moreno é Diretora Nacional do Movimento Mudança e é @camilamudanca no Twitter.</strong></p>
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		<title>Convocatória do I Seminário de Assistência Estudantil da UNE</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Feb 2011 14:18:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>decko</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Construindo o Seminário Nacional de assistência estudantil da UNE
Por mais verbas para bolsas, moradia e bandejões!
A questão da assistência estudantil sempre foi muito importante para os estudantes brasileiros e, por isso mesmo, central para a União Nacional dos Estudantes. É uma questão chave para garantir que qualquer estudante tenha condições de permanecer numa universidade e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Construindo o Seminário Nacional de assistência estudantil da UNE</p>
<p>Por mais verbas para bolsas, moradia e bandejões!</p>
<p>A questão da assistência estudantil sempre foi muito importante para os estudantes brasileiros e, por isso mesmo, central para a União Nacional dos Estudantes. É uma questão chave para garantir que qualquer estudante tenha condições de permanecer numa universidade e concluir seu curso. Na história do movimento estudantil foram centenas de lutas e mobilizações em defesa de bandejões, moradia estudantil, bolsas e outras reivindicações. Muitas mobilizações que tomaram corpo e extrapolaram os muros da universidade iniciaram em torno de alguma reivindicação concreta diretamente relacionada com a assistência estudantil.</p>
<p>E se no passado recente as lutas por assistência estudantil eram localizadas, e em geral travadas entre estudantes de uma universidade e a reitoria, a UNE ajudou a modificar essa situação, quando começou a exigir do governo federal uma rubrica específica, que enviasse para as universidades uma verba carimbada para ser gasta com assistência estudantil. No inicio defendendo 200 milhões de reais, Depois 400 milhões e agora 600 milhões, o que hoje representaria o mínimo para começar a resolver os problemas dos estudantes nas universidades federais. O resultado parcial desta luta, que é constante e está longe de acabar, é o positivo Plano nacional de assistência estudantil (PNAES), instituído pelo governo federal, que definiu com o que pode ser gasto a verba de assistência estudantil e que destina hoje cerca de 303 milhões para serem divididos entre as diversas Instituições federais de ensino superior. Do mesmo modo que é positivo a recente criação do Programa Nacional de Assistência Estudantil para as instituições de educação superior públicas estaduais (PNAEST), com uma verba direta do governo federal para as universidades estaduais, embora o valor seja muito pequeno e esteja condicionado a adesão ao SISU.</p>
<p>Mas essa luta não pára. Ao contrário toma uma importância ainda maior com a recente expansão de vagas das universidades, com a instituição do REUNI e a criação de novas universidades e novos campi em todo o país. Ainda mais com a generalização do processo de seleção ENEM que combinado com SISU, permite que um estudante de qualquer  lugar do país ingresse em uma universidade bem longe de casa. E muitas universidades ainda estão longe de  oferecerem condições adequadas para os estudantes, de modo que é comum a falta de bandejões, moradia estudantil, livros nas bibliotecas, condições de acessibilidade, saúde e etc.. E ainda precisamos discutir a questão para os estudantes das universidades particulares que representam 75% dos estudantes do país.</p>
<p>Tudo isso exige da União Nacional dos Estudantes, UEEs, DCEs e CA e DAs uma articulação cada vez maior que seja capaz de construir uma mobilização crescente e unitária que possa exigir da nova presidente eleita pela maioria dos trabalhadores e da juventude, Dilma Roussef, e do MEC, mais verbas para assistência estudantil.</p>
<p>É para fortalecer essa luta que a UNE decidiu convocar neste 13° CONEB um seminário nacional de Assistência estudantil para ser realizado durante o próximo CONEG (Conselho Nacional de entidades Gerais), no início de abril. No processo de construção deste seminário, convidamos as entidades estudantis a escreverem relatos da situação da assistência estudantil em suas universidades e faculdades, além de relatos de mobilizações e lutas em torno do tema. Também é importante etapas do Seminário em cada Estado, em cada Universidade, para fortalecermos essa luta, que é de todos nós! Desse modo, formaremos um importante dossiê da situação da assistência estudantil no Brasil, que nos permitirá debater com toda a propriedade a questão. As contribuições podem ser enviadas para a diretoria de assistência estudantil e serão publicadas num blog a ser divulgado.</p>
<p>Rumo ao I seminário de assistência Estudantil da UNE!</p>
<p>Diretoria de Assistência Estudantil da UNE</p>
<p><strong>Thalita Martins é ex-diretora nacional do Movimento Mudança e compõe a Diretoria de Assistência Estudantil da União Nacional dos Estudantes</strong></p>
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		<title>Movimento Mudança participará da gestão do DCE do IFET-CE!</title>
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		<pubDate>Fri, 07 May 2010 14:58:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>thalitamartins</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Do dia 23 ao dia 25 de março aconteceu a eleição para o DCE do IFET-CE, que engloba 9 Campis em 8 cidades diferentes. Compusemos a chapa de oposição “ Até quando esperar?”, composta também pela Kizomba, UJS, JPL e Coletivo Marxista. A chapa propunha democratização da representação dos estudantes, mais espaços de construção coletiva, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Do dia 23 ao dia 25 de março aconteceu a eleição para o DCE do IFET-CE, que engloba 9 Campis em 8 cidades diferentes. Compusemos a chapa de oposição “ Até quando esperar?”, composta também pela Kizomba, UJS, JPL e Coletivo Marxista. A chapa propunha democratização da representação dos estudantes, mais espaços de construção coletiva, luta pela melhora da estrutura e ainda a pauta feminista, anti-racista e LGBT.</p>
<p>Foi uma campanha alegre, colorida, diversa e descontraída. Ganhamos com uma diferença de 1.057 votos da chapa da situação “Rebele-se”, que dirigia o DCE há três anos.  O IFET/CE é a segunda maior instituição pública do estado e conta com 24 mil estudantes, entre secundaristas e universitários!<br />
Certos de que a luta apenas começou, o Movimento Mudança se empenhará em fazer dessa gestão o retrato do processo eleitoral: dinâmico, diverso, amplo, democrático e representativo!</p>
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		<title>O ante projeto de reforma universitária da UNE: Por uma universidade popular</title>
		<link>http://mudanca.org.br/2008/07/23/o-ante-projeto-de-reforma-universitaria-da-une-por-uma-universidade-popular/</link>
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		<pubDate>Wed, 23 Jul 2008 12:52:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>thiago</dc:creator>
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		<description><![CDATA[por Tales de Castro
Durante o 56º CONEG da UNE aprovamos uma importante resolução: o ante projeto de educação que iremos apresentar para a sociedade brasileira.
Nesta resolução temos alguns eixos centrais a serem debatidos e aprofundados para que de fato o projeto da UNE seja transformador na universidade brasileira. Mais do que um projeto de universidade, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 11.5pt">por Tales de Castro</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-size: 11.5pt">Durante o 56º CONEG da UNE aprovamos uma importante resolução: o ante projeto de educação que iremos apresentar para a sociedade brasileira.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-size: 11.5pt">Nesta resolução temos alguns eixos centrais a serem debatidos e aprofundados para que de fato o projeto da UNE seja transformador na universidade brasileira. Mais do que um projeto de universidade, queremos contribuir para a transformação da educação em nosso País.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-size: 11.5pt">O modelo de ensino hoje é voltado para a lógica de mercado, ou seja, formar indivíduos que reproduzam a lógica consumista e disputa de espaço na sociedade sem pensar na forma como o mundo pode criar uma dinâmica de sustentabilidade e mudança de valores.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-size: 11.5pt">Neste sentido, as entidades estudantis precisam voltar seu debate para dentro da universidade colocando como fundamental muito mais a mudança pedagógica do que a luta por mudanças na estrutura física das instituições de ensino.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-size: 11.5pt">Temos que ter como objeto de luta a qualidade de ensino, que deve ser apresentado para a transformação da sociedade, formar pessoas para contribuir com uma sociedade justa e igual, uma sociedade para todos e todas serem de fato incluídas e participativas no processo de desenvolvimento social.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-size: 11.5pt">Sendo assim o movimento estudantil precisa, em todo o Brasil, se colocar a favor de uma universidade diferente, uma universidade popular. Para isso é fundamental fortalecermos o debate da extensão popular e da assistência estudantil. A extensão universitária de viés popular é central para a mudança de rumos da universidade brasileira. Além disso, precisamos defender a permanência dos estudantes na universidade. Permanência que de fato dê condições para que o estudante tenha possibilidades de produzir extensão e pesquisa, no fortalecimento da produção de conhecimento e tecnologia.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-size: 11.5pt">Ou seja, a extensão popular e a assistência estudantil são dois fatores que devem ser motivadores da luta estudantil em nosso país. E estes são dois eixos fundamentais no projeto de educação que a UNE irá apresentar. Só conseguiremos transformar o ensino da universidade e colocá-lo a serviço do desenvolvimento de um projeto nacional de justiça social e igualdade entre as pessoas, caso seja garantida a produção de pesquisa em conjunto com a sociedade através da extensão popular. Outro ponto importante diz respeito a permanência na universidade que deve ser garantida para os estudantes brasileiros poderem se formar e contribuir para um Brasil desenvolvido e comprometido com as classes populares.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-size: 11.5pt">É fundamental que também possamos protagonizar o debate de mudança nas grades curriculares, que na maioria das universidades se colocam a ensinar na perspectiva do mercado e da burguesia nacional.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-size: 11.5pt">Para isso precisamos aprofundar a nossa intervenção na mudança das grades acadêmicas e curriculares para que, de fato, as disciplinas sociológicas, históricas e antropológicas possam ser alicerce de qualquer profissão na perspectiva de humanizar o conhecimento.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-size: 11.5pt">A humanização do conhecimento é conceito a ser pautado por todas as entidades estudantis na luta por um ensino público gratuito e de qualidade. A humanização do conhecimento é a transformação da sociedade. É a universidade como pólo de produção de conhecimento para resolver os problemas sociais. A humanização do conhecimento é inverter a lógica de produzir máquinas para formar humanistas que desenvolvam projetos e se coloquem profissionalmente para contribuir com um mundo melhor.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-size: 11.5pt">Neste sentido precisamos pautar diariamente nas universidades a extensão popular e a assistência estudantil na perspectiva de construir uma universidade popular. Uma universidade que esteja de portas abertas para o povo brasileiro.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-size: 11.5pt">Por uma Universidade Popular, esta é a nossa luta!!!</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-size: 11.5pt">&#8220;(&#8230;) a universidade deve ser flexível&#8230; deve se pintar de negro, de índio, operário e camponês. Ou então ficar sem portas; para que o povo possa invadi-la e pintá-la com as cores que ele quiser&#8221;. CHE GUEVARA</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: normal">Tales de Castro<strong> </strong>é vice Presidente da UNE</span></p>
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		<title>A universidade que queremos passa pela humanização do conhecimento</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Apr 2008 12:53:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>thiago</dc:creator>
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		<category><![CDATA[UNE]]></category>
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		<description><![CDATA[por Tales de Castro
O movimento estudantil no ano passado pautou boa parte de seus debates pelo Plano de Reestruturação e Ampliação da Universidades Federais apresentado pelo governo federal.
O Reuni colocou uma nova perspectiva para as universidades brasileiras, debatendo o acesso ao ensino superior e a necessidade que existe de ampliar as estruturas nas instituições federais.

Longe [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: normal">por Tales de Castro</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-weight: normal">O movimento estudantil no ano passado pautou boa parte de seus debates pelo Plano de Reestruturação e Ampliação da Universidades Federais apresentado pelo governo federal.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-weight: normal">O Reuni colocou uma nova perspectiva para as universidades brasileiras, debatendo o acesso ao ensino superior e a necessidade que existe de ampliar as estruturas nas instituições federais.<br />
</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-weight: normal">Longe de ser a revolução no modelo de ensino nas universidades, o Reuni se apresentou como alternativa na busca de democratizar o ensino superior de nosso pais, colocando como meta a ampliação de vagas e a criação de novos cursos.<br />
</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-weight: normal">Focado no debate que o governo federal apresentou, o que vimos mais uma vez, foi uma parcela do Movimento estudantil entrando na disputa de quem era mais ou menos governista, deixando de lado o que deveria ser o foco do nosso debate, que é o modelo educação que queremos para o nosso pais.<br />
</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-weight: normal">O debate da qualidade de ensino surgiu em cima de um projeto que não teve como centro discutir o projeto politico pedagógico da universidade, e sim a abertura da estrutura universitaria a mais pessoas que atualmente estão longe de ter acesso a uma formação de ensino superior.<br />
</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-weight: normal">Em meio a esse debate de quem divergiria ou concordaria mais com o governo, a UNE sentiu a necessidade de debater a educação de nosso pais em torno de um projeto formulado pelos próprios estudantes. Projeto este que deve buscar uma perspectiva pedagógica de concepção da universidade que queremos, buscando interferir de fato no modelo de ensino colocado hoje e que a maioria das pessoas reproduzem, que é o do individualismo e da competitividade. A qualidade de ensino nas universidades passa priroritariamente pela formação libertária e emancipadora das pessoas, deve trazer uma perspectiva humanista de ensino onde as pessoas possam ter consciência critica e melhor leitura da realidade, buscando contribuir para o desenvolvimento sócio &#8211; econômico e cultural de nossa sociedade.<br />
</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-weight: normal">Neste sentido toda a rede do movimento estudantil precisa compreender e encarar o desafio de transformar o atual modelo de ensino. O que esta em jogo é a mudança ou a reprodução de valores capitalistas que estão entranhados na atual concepção de universidade. A competitividade, a individualidade acima do coletivo, o preconceito às minorias e a lógica tecnicista de formação se soma à reprodução da história prevalecida por uma versão contada pelos detentores do poder econômico.<br />
</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-weight: normal">É este modelo de ensino que devassa e corrompe os seres humanos, que o movimento estudantil e a juventude devem estar com suas atenções focadas. A necessidade de humanizar o conhecimento e mudar a lógica de &#8220;tempos modernos&#8221; presente em nossa educação é que deve ser pauta do ME.<br />
</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-weight: normal">Se faz urgente o nosso debate sobre educação popular. Uma educação que além de garantir o acesso e a permanência nas universidades, possa deconstruir alguns conceitos presentes em nossa formação. Educação popular é a democratização da universidade em todos os niveis, principalmente na participação massiva e igualitaria da comunidade universitaria na definição dos rumos que a universidade deve tomar. E, mais do que isso, educação popular é fazer com que todo conhecimento produzido na universidade, seja produzido de forma a estabelecer dialogo com as demandas sociais presentes na contradição da nossa sociedade.<br />
</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-weight: normal">As pesquisas devem ser produzidas para e com o povo, fazendo com que de fato a extensão universitaria seja uns dos trípés indispensaveis para a formação universitaria de qualquer individuo. Precisamos fortalecer a extensão popular como instrumento de mudança da lógica capitalista na sociedade, contribuindo para que a população possa exercer influencia na produção do conhecimento, e que este seja produzido para atender e proporcionar alternativas para uma sociedade justa e soberana, com desenvolvimento sustentavel e qualidade de vida.<br />
</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-weight: normal">Este é o debate que a União Nacional dos Estudantes quer proporcionar nas universidades e para a sociedade como um todo. Um debate que vai muito além daquilo que os poderes instituidos podem apresentar, é um debate que de fato nos colocará no patamar de organizar a luta popular na disputa de hegemonia na sociedade, com concepções bem elaboradas de que modelo de sociedade que queremos viver, uma sociedade fraterna e com justiça social, uma sociedade que produza a humanização do conhecimento.</span></p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal" style="text-align: left"><span style="font-weight: normal">Tales de Castro</span><strong><span> </span></strong><span style="font-weight: normal">é vice Presidente da UNE</span></p>
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